Michelle Wendling
"27º outuno....e em breve mais uma primavera! Fazer aniversário é assim mesmo....perdemos um pouco de nós, do nosso tempo...que vai passando...e ganhamos novos ramos, folhas..e a beleza das flores..."
Um grande amigo me disse isso hoje. É bem isso.
Minha crise dos 30 chegaram antes e sei que um grande ciclo da minha vida se encerrou aos 26. É difícil perceber que o mundo ensolarado em que eu vivi todos estes anos morreu dentro de mim.
As folhas secaram e caíram, ficaram monocromáticas.
Enfim, a vida adulta bateu à porta e eu deixei ela entrar.
Mas estou feliz!!! E pronta para curtir as delícias das próximas estações...
Michelle Wendling
Muito do que eu faço
Não penso, me lanço sem compromisso.
Vou no meu compasso
Danço, não canso, a ninguém cobiço.
Tudo o que eu te peço
É por tudo que fiz e sei que mereço
Posso, e te confesso.
Você não sabe da missa um terço
Tanto choro e pranto
A vida dando na cara
Não ofereço a face nem sorriso amarelo
Dentro do meu peito uma vontade bigorna
Um desejo martelo
(Lenine)
Michelle Wendling
Juro, perante todos que por ventura passem por este blog, que eu NUNCA MAIS faço assinatura de revista nenhuma, de nenhuma editora, pelo resto da minha vida! Amém!!!!
Sério, este país é uma piada de péssimo gosto!!!! Terra de ninguém!!! O que é isso????????
A pessoa aqui está há DOIS MESES ligando e mandando emails semanais para a EDITORA ABRIL para cancelar uma porcaria de revista (renovada automática por 2 ANOS sem o meu consentimento), e a resposta eletrônica que ela SEMPRE recebe qual é?
"Cara Michelle,
Esclarecemos que sua solicitação foi direcionada ao departamento específico para que as devidas providências possam ser tomadas.
Por esse motivo, você receberá uma resposta em breve. Permanecemos à sua disposição."
Já que a resposta em breve nunca chega, a pessoa desocupada aqui resolve ligar para o 0800. Fudeu!!!!!
Liguei uma vez: passei por mil pessoas até chegar a alguém disposto a cancelar a minha assinatura (sim, no Brasil, o atendente e a empresa tem que acordar de boa vontade para trabalhar e fazer o que o cliente pede). Tudo parece resolvido, até...
1º débito no cartão de crédito de uma assinatura aparentemente cancelada: 17,06 reais! Merreca, eu sei, mas é meu e eu faço o que quero com o dinheiro. E o que eu quero fazer não corresponde com comprar esta revista!!!!!
Liguei pela segunda vez: expliquei toda a situação e, again, o atendente disse que cancelou. A burra fez de conta que acreditou.... Mas, com a pulga atrás da orelha, consultou o SAC Online da ilustríssma editora, e lá constava a assinatura como renovada.
Liguei pela terceira vez, totalmente fora da minha habitual paciência. A atendente de "Renovação" atendeu e eu só falei: CANCELAMENTO, POR FAVOR. Ahhhhhhhhhhhhhhh, a palavra mágica foi dita!!!!!! (e não era o "por favor", pasmem). A partir de então, começou a prova de resistência do Big Brother da minha vida real... Forneça nome completo, data de nascimento e CPF... forneça agora endereço, bairro, CEP... e agora email, revista que quer cancelar... só um minuto por favor... ahhh, falta o código do assinante!!! Tudo bem, já decorei TODOS estes dados e despejei em cima da criatura.... "Ok, senhora, aqui no seu cadastro consta que sua assinatura foi renovada por 2 anos"....
ESTA PORRA DE CADASTRO NÃO MOSTRA QUE QUE CANCELEI ESTA PORCARIA DE REVISTA POR DUAS VEZES, NÃO?????????????????
Pronto, daí vem a pérola do "serviço de atendimento ao consumidor": "a senhora não precisa menosprezar a nossa empresa, que é muito idônea"
O QUE???????????? VOCÊS LERAM ISTO?????????????????? É o cão me mandando passear!!!!
Mas calma, tem mais!!! "efetivado o cancelamento", a pessoinha, ligada nas novas regras de call center, pede o número de protocolo do atendimento, para confirmar o cancelamento (caso precise posteriormente... sabe como é, né!). Eis a resposta: "a editora Abril não participa das novas regras".
VOCÊS OUVIRAM ISSO DE NOVO??????????? Existe lei, mas eu cumpro se eu quiser???
Desisti. Caso não estornem meus míseros 17,06 reais em 5 dias úteis (prazo informado pela execelentíssima editora Abril, que deveria se chamar Editora 29 de Fevereiro), vou ao Procon. Vou gastar mais indo até lá e formalizando o processo, mas não vou deixar meus 17,06 com eles. Ahhhhhhhhh, não vou mesmoooooooooooooooooooooooooo!
Não é a toa que Abril rima com PQP!!!
Michelle Wendling
Era uma vez uma menina que acreditava em seus sonhos. Não chegavam a ser sonhos irreais, daqueles que só ganhando na Mega Sena, mas eram sonhos. E ela ficava pensando em como tudo seria quando os tivesse conquistado. Pouco a pouco, ela realizou seus sonhos.... Sim, foi muito bom conseguir realizá-los!
Um certo dia, a mocinha acordou angustiada... Outro dia, e a mesma sensação... E outro, e outro....
Não querendo mais olhar o mundo lá fora, ela olhou para dentro... e viu o vazio. Um profundo e imenso nada, cheio de coisa alguma e perspectivas nulas. Revirou tudo até encontrar, no meio da bagunça invisível, um fiozinho de vontade. Era o suficiente para costurar um sonho gigante, enorme, daqueles que parecem impossíveis. Talvez nem ela acredite que possa alcançá-lo. Mas não importa. Nada mais importa... Agora tudo voltou a fazer sentido para ela.
Michelle Wendling
Nossa, li agora um texto no blog Corporativismo Feminino que colocou para fora tudo o que penso sobre um assunto: mães. De fato, toda e qualquer mãe se gaba dos enjôos da gravidez, das dores do parto, e blá blá blá... como forma de se colocarem como seres superiores e inquestionáveis. E todo mundo finge que ser mãe é sempre a melhor coisa do mundo, que o amor entre mãe e filhos é incondicional e... blá blá blá, mais uma vez. Eu, com a minha experiência, sei que mães erram, magoam, e podem ser cruéis se quiserem. Claro que há concessões, bons momentos, doses de orgulho e paciência, mas cada pessoa é um ser único, com suas próprias formas de amar, incomparáveis a de qualquer outro ser.
Para mim, é isso. Eu sei exatamente quem eu amo ou não amo. Sei o que posso oferecer a cada um, e o quão intenso é cada sentimento. Se é mais sublime, incondicional ou superior à “média da sociedade de mitos”, pouco importa. Por isso, sou incapaz de dizer “eu sou a pessoa que mais te ama no mundo”. Não, eu não posso dizer isso, simplesmente porque eu não sei o que os outros sentem. Sei apenas o que EU sinto... que eu amo muito... e ponto.
Se mãe e pai fosse santos, não tinha notícia de criança sendo jogada pela janela nos jornais.