Michelle Wendling
Há 10 anos atrás...

1. Eu ia para a escola
2. Eu ia para o cursinho
3. Eu não tinha celular
4. Eu queria ser jornalista
5. Eu brigava com minha mãe para poder sair ou viajar com os amigos
6. Eu namorava o Marcelo
7. Eu via Faustão
8. Eu só usava tênis preto tipo botinha da Reebok
9. Eu vivia como se não houvesse a próxima década
10. Eu não pensava no depois
11. Eu adorava ler Zero Hora
12. Eu comia um pacotinho de Skitles todo sábado
13. Eu almoçava com meu pai todo sábado
14. Eu não usava salto alto
15. Eu jogava paciência no computador
16. Eu ouvia Paralamos do Sucesso
17. Eu via novela das seis, das sete e das oito
18. Eu não conhecia nada acima de Santa Catarina
19. Eu adorava comer no MC Donald’s
20. Eu estudava inglês
21. Eu tinha uma cadelinha
22. Eu juntei R$ 47 reais da minha mesada para comprar meu vestido de formatura


Há 5 anos atrás...
1. Eu trabalhava no jornal
2. Eu me divertia trabalhando
3. Eu trabalhava nos finais de semana e feriados
4. Eu ganhava pouco
5. Eu ganhava hora extra
6. Eu tinha medo do seu Otávio
7. Eu tinha muitas amigas
8. Eu queria casar
9. Eu queria ter minha casa
10. Eu não suportava mais minha casa
11. Eu ia no cinema duas vezes por semana
12. Eu entrevistava gente legal
13. Eu entrevistava gente chata
14. Eu tinha tempo para fazer minhas coisas
15. Eu aproveitava mal o meu tempo
16. Eu lia O Sul e a Zero Hora
17. Eu ouvia de tudo
18. Eu tinha celular de cartão
19. Eu usava a Internet
20. Eu descobri o Orkut
21. Eu estudava francês
22. Eu queria conhecer o mundo


Hoje...
1. Eu trabalho muito
2. Eu não ganho hora extra
3. Eu quero ganhar mais
4. Eu fico irritada no meu trabalho
5. Eu tenho celular touch screen
6. Eu não vivo sem internet
7. Eu tenho blog, Orkut, Twitter, Facebook e LinkedIn e a maior preguiça de atualizá-los
8. Eu só vejo novela das oito (e adoro)
9. Eu faço terapia
10. Eu escuto o que eu gosto no meu Ipod
11. Eu adoro os filmes do Harry Potter, Crepúsculo etc
12. Eu odeio frio
13. Eu quero sair de Porto Alegre
14. Eu estudo para ser diplomata
15. Eu não tenho tempo
16. Eu adoro ler blogs
17. Eu quero morar em Vancouver (se não der, Paris já serve)
18. Eu tenho um marido (moço muito legal, ele!)
19. Eu tenho uma gatinha
20. Eu tenho uma casa, que as vezes não parece minha casa
21. Eu tenho pais separados
22. Eu conheço o Michael Dell, o Lula e o Gianechini pessoalmente
23. Eu não sei onde vou estar daqui 10 anos
Michelle Wendling
Genteeeem, tive meu momento "15 minutos de fama" na semana passada! O casamento da minha amiga Joanna estava lindo, e rendeu notícias em váaaaaaaaaaarios jornais, incluindo o Portal Caras, hahahaha! Eu, no meu momento "Oi. Sou super famosa! Não me reconhece?", saí no jornal O Sul, ao lado da Cris Bazílio. É nóis na fita, girls!

É muita chiquesa, fala sério!!! :-)






Michelle Wendling
Sim, eu vou para céu. Está lá, minha nuvem sabor algodão doce, de preferência rosinha, me esperando no paraíso.... Mas até eu poder desfrutar da minha nuvem king size do céu, vou dividir com vocês as pérolas que escuto daquele que deve ser o guru da comunicação corporativa. Inauguro hoje a seção "Pérolas do Guru": Pérola de hoje... fresquinha... O fundador da empresa vem aí, comemorar uma data importante. Antes disso, ele só veio na inauguração da empresa no país e depois no aniversário de 5 anos. No release oficial que será distribuído na press conference, incluo uma afirmação do TODO-PODEROSO e pergunto ao Guru se ele prefere conduzir a aprovação da citação com a matriz nos Estados Unidos... Resposta: <abre parênteses: o guru nunca responde uma pergunta sem fazer outra pergunta. fecha parênteses > "Nós precisamos de uma citação dele?". Como não posso falar o que penso para ele, vocês que aguentem, rsrsrsr: "Pensando bem, guru, não precisamos mesmo. Afinal de contas, quem se importa com a presença da figura-máxima da sua empresa, não é mesmo? Provavelmente, ninguém, a começar pelo senhor. Mas fique tranquilo, eu estarei lá e minha carinha de boneca será suficiente para entreter uns 60 jornalistas. Se não for, podemos tentar a clássica melancia pendurada no pescoço - no seu, é lógico. É batata! Tenho certeza de que estaremos em todos os jornais no outro dia." Pelamordedeus!
Michelle Wendling
Quem eu sou, afinal? Alguém nascida de dois, divida por dois Alguém cujo maior pecado é ser quem é Alguém que trilha um caminho pararelo para encontrar sua própria história Alguém que foge de si mesma para saber da onde veio Alguém que olha pra trás e vê muito pouco de si; que olha para frente e vê menos ainda Dói, mas esta sou eu, com os 50% que restam. Os outros 50 que se danem! Mesmo assim, tenho certeza da felicidade. De tudo isso, uma única certeza: caminho para frente. Sempre. **** Meu horóscopo de hoje. Adorei! Este trânsito possibilita que o indivíduo faça o que sempre teve vontade. Como o seu estilo de vida não lhe interessa mais, você está em busca de reforma interna e externa. Tudo o que o está incomodando poderá ser mudado. Nada de ficar escondendo a irritação por ter de fazer as mesmas coisas da mesma maneira. A partir de agora, nada será como antes. Você conseguirá realizar esta transformação, afinal, o que prevalece é o que você quer! Mudar pode ser arriscado, mas, para alguém que tem energia de sobra para essa tarefa, nada é impossível - só um pouco trabalhoso. As pessoas é que podem não gostar dessa sua necessidade de mudança, mas quem o conhece já sabe: você não dá a mínima para opiniões que sejam diferentes das suas.
Michelle Wendling
Esses tempos li numa dessas colunas sobre astrologia (heheheh, adoro!) que o ano de 2009 era o encerramento de um ciclo de sete anos. Por isso, seria um ano bastante agitado para a maioria das pessoas, com mudanças profundas. Parando para pensar nos meus últimos sete anos, realmente este ano parace finalizar uma era. De lá para cá, tive a sorte de ter muitas realizações pessoais e profissionais durante um longo tempo. Mas, como tudo o que é bom, um dia acaba. Chegou aquele momento em que parece que tudo parou, que a vida ficou estagnada, monótona. Tenho facilidade de me entediar com as coisas, então este processo se tornou ainda mais penoso. Sou movida a novidades, a planos e sonhos mirabolantes, e 2008 foi um ano muito chato. Acho que o foi o primeiro ano que terminou com essa estranha sensação de que nem deveria ter começado. Por outro lado, essa monotonia toda me fez parar para pensar no que eu era de verdade, sobre o que eu queria da vida e o que me preenchia. Percebi que as coisas estava todas erradas, ou quase todas, que eu jamais seria aquilo que eu me esforçava para ser, e que na tentativa de agradar gregos e troianos eu não agradava ninguém, muito menos a mim. Parecia que eu estava presa numa vida que não me bastava. Então, era preciso mudar. Neste processo de descobertas e mudança, embolou o meio de campo. Fica difícil a gente indentificar o que é preciso mudar quando aparentemente tudo está fora do lugar. Mas, de tanto pensar sobre tudo, absolutamente tudo, parece que o cérebro cansou e deu um tempo. No meio do silêncio surgem algumas respostas e um pouco de paz. Talvez ali eu tenha realmente me descoberto. Enfim, quando 2009 começou, achei que seria um ano tão chato quanto o anterior. Essa falta de motivação me martirizou por meses, e a sensação de que nada fazia sentido foi o pior sentimento que poderia ter. Mas enfim, aos poucos, as coisas se ajeitam, né!? Mudei absolutamente tudo sem mudar absolutamente nada, hahahahah! Isto tudo está sendo uma libertação!! No fundo, para mudar a vida, não é necessariamente preciso mudar as coisas de lugar. Basta enxergar o mundo de outra forma para que ele responda de forma diferente também. Minha terapeuta sempre diz que a teoria da ação e reação é certeira. E é mesmo... Pequenas mudanças estão gerando grandes transformações, não apenas em mim, mas em todos a minha volta. Viver é incrível, não? Que se inicie o próximo ciclo dos sete anos então!!!!
Michelle Wendling
Tem coisas que surgem à nossa frente como se fossem feitas sob medida pra gente, mas são mero acaso... Isso me impressiona muito, e hoje foi o que aconteceu. Entrei no blog de um ex-colega de pós que é artista plástico, para dar uma olha num trabalho bem bacana que ele fez, e lá tinha um texto de um conhecido dele falando de como a gente está sempre se despedindo de alguma coisa, de coisas ou pessoas que talvez nunca mais vamos ver. Isso sempre vem à minha cabeça, pois sofro com estes pequenos "adeus" que a vida nos impõe. Pois bem, logo abaixo deste post tinha um outro, no qual o colega falava de como estava sendo a vida em Vancouver. Nooooossa, eu amo esta cidade! Tenho quase uma relação nostálgica com ela, lembro de cada detalhe dos quase 30 dias que passei naquela terra geloada e nem cogito a hipótese de nunca mais voltar lá. Aliás, este foi um compromisso que assumi ao ir embora: voltar, um dia. Essa saudade do que passou, e do que nem faz tanto tempo assim, as vezes me corrói. Vivo como se já tivesse 80 anos, como se tudo fosse um passado meramente de lembranças, tão distante... Mas me reconforta perceber que a vida é isso, pra todo mundo, e que há uma vida inteira para desfrutar. Como diz minha terapeuta, "a vida é movimento". O fardo de viver o desapego é grande demais para uma taurina típica, mas estou aprendendo! :-) Abaixo, o texto que me inspirou: **** Até breve. Existem pessoas que você nunca mais vai ver. Existem lugares em que você nunca mais vai estar. Por mais que volte a ver ou estar, jamais será da mesma maneira. E é inevitável: o tempo sempre vai se encarregar de transformar a saudade em mera lembrança. Mas quando você deixa um pouco de si, vivendo intensamente o agora, inconscientemente vai levá-lo consigo. É como se cada lugar ou pessoa que fez diferença em sua vida, deixasse um registro, uma fotografia de seu brilho natural - nem sempre visível, mas sempre presente. Basta que você consiga percebê-lo, e com o tempo, terá um álbum de estrelas. Allan Castro
Michelle Wendling
Música dos últimos dias... If I told you things I did before Told you how I used to be Would you go along with someone like me? If you knew my story word for word Had all of my history Would you go along with someone like me? did before and had my share It didn't lead nowhere I would go along with someone like you It doesn't matter what you did Who you were hanging with We could stick around and see this night through And we don't care about the young folks Talkin' 'bout the young style And we don't care about the old folks Talkin' 'bout the old style too Talkin' 'bout our own style All we care 'bout is talking Talking only me and you
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Michelle Wendling
As vezes, a gente muda. Não sabe explicar exatamente por que ou como, mas as nossas vontades, interesses e planos resolvem mudar de rumo e seguir por outras estradinha.
Tenho sentido muito esta reviravolta interna que está tomando conta de quase tudo na minha vida... algumas são sofridas, confesso, outras eu sei que precisam acontecer mas não tenho autonomia para efetivá-las. Mas uma delas foi talvez a maior descoberta dos últimos tempos.
Apesar de todo o sacrifício e dedicação que preciso empenhar nisso, faço com um prazer enorme. Penso apenas no fim para tornar os meios um caminho agradável. Sorte que encontrei pessoas que compartilham deste sonho e estão comigo em um momento onde não sei ao certo qual é o meu lugar real neste mundo de tantas opções.
Michelle Wendling
"Não te irrites, por mais que te fizerem... Estuda, a frio, o coração alheio. Farás, assim, do mal que eles te querem, Teu mais amável e sutil recreio..." Mario Quintana
Michelle Wendling

Têm pessoas com vocação para pagar mico. Eu sou uma delas. Não é brincadeira, não. Eu atraio toda e qualquer tipo de situação constrangedora, embaraçosa, além de ser estabanada, atrapalhada e o Murphy viver grudado na sola do meu sapato. A questão é que tudo, do básico da micagem ao supra-sumo do impossível, acontece comigo. Só comigo. O TÁXI Em viagem a São Paulo, colecionei uma dúzia destas situações para a minha coleção, da qual não me orgulho nenhum um pouco, embora as vezes pareça engraçado. Bom, para começar, tenho sérios problemas com táxi. Sim, a maioria das pessoas entra, diz o endereço e em algum tempo chega ao seu destino. Comigo, a história é mais longa. Na primeira vez, pedi para ir a Casa Cor. Lógico que o taxista não tinha ideia do que se tratava, mas se informou com um colega e disse que era no Jóquei. Beleza, let’s go! Juro que vi uma plaquinha escrito “Joquéi à esquerda”, mas o motorista virou à direita. Lá pelas tantas, viu que não sabia onde estava (e o maldito taxímetro rodando que era uma beleza). Voltas e voltas depois, o Marcelo “sugeriu” que ele perguntasse a... um taxista. Dito e feito, a pobre da vítima era muda!!!! E ficou lá, gesticulando segundo intermináveis até que alguém veio socorrer! Ok, tem mais uma. Pedimos a outro taxista para ir ao Ibiapuera. O veinho estava faceiro que só, pois aquela era a última viagem dele com aquele carro, com o qual ele teve “muita sorte”. Minutos depois, após longa discussão sobre “sorte” e “superstição”, o automóvel apagou no meio da rua. Com a maior cara-de-pau, ele disse que tinha faltado gasolina!!!! Afff... só sei que andei uns três quilômetros na banguela, a dois por hora naquela avenida caótica da metrópole! Pior foi quando ele parou no posto e pediu 5 pilas de álcool!!! Ui, queria virar uma dalit naquele momento, e ser apenas a poeirinha do pé do Brahma! Ok, devidamente abastecido, continuamos a viagem até o final. Quando saímos do carro, percebi que algo tinha ficado para trás. Era o veio e o carro da sorte, que pelo visto estava com algum problema a mais além da falta de gasolina! Depois de uns 10 minutos, espiei entre as frondosas árvores do parque, e ele continuava no meio da rua! :-S O CONSULADO Outra boa é a minha saga no Consulado. Eitaaaaaaaa pessoa com problemas motores como eu! Naquela pressão de “TENHA A FOTO EM MÃOS, TENHA OS FORMULÁRIO I-157 E A-129 EM MÃOS, PREENCHA TODAS AS LACUNAS ANTES DE PEGAR A SENHA”, tentei deixar tudo organizado, “em mãos” e por ordem. Pronto, foi a mulher pedir a foto que ela já caiu no chão, junto com um dos formulários, e virou uma zona!!! Tentei ser rápida e pegar outra foto no envelope, e a mulher já fazendo “mó” cara de manga pra mim. Ahhh, vai se catar! Eu tenho problemas, e ponto! Decidi catar meus papeizinhos só na hora em que pedissem, e tudo fluiu bem de resto! A CANETA Mas a pior de todas foi a caneta! Lógico que não lembrei de levar caneta ao Consulado, e precisei preencher à mão várias coisas na hora! Por sorte, procurei no buraco negro que é minha bolsa e achei uma. Na hora, um grande alívio, mas logo fiquei em pânico. A caneta estava completamente “envolta” em uma massa esverdeada, com alguns pedacinhos de papel branco e azul. Era o resquício do que, um dia, havia sido um Trident. O fato é que a Caneta estava uma caca, um nojo, mas enfim, escrevia. Toda mocoziada, perdi meu privilegiado lugar em frente ao painel eletrônico das senhas para me esconder enquanto preenchia um envelope. Não adiantou. A Lei de Murphy pegou geral, e todo mundo resolveu pedir ajuda a pessoinha aqui. Primeiro veio um analfabeto, pedindo para eu preencher o envelope para ele! Ok, tive que fingir que não estava vendo a nojeira da caneta enquanto preenchia os dados na frente do cara. Mas tudo bem, ele ficou eternamente agradecido. Depois, uma menina do meu lado PEDIU A CANETA EMPRESTADA!!!! Afff, eu não tinha o que fazer, ela viu eu escrevendo, não tinha como negar! Daí, não teve jeito, tive que avisá-la, em alto e bom som, que havia chiclete na caneta... :-(

Michelle Wendling
STF derruba a necessidade de diploma para ser jornalista O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem, por oito votos a um, que é inconstitucional a obrigatoriedade do diploma de nível superior específico para o exercício da profissão de jornalista. O voto de Gilmar Mendes, relator e presidente do Supremo, foi de que é dispensável o diploma para garantir o exercício pleno das liberdades de expressão e de informação. O voto de Mendes foi seguido pelos demais ministros presentes, menos por Marco Aurélio Mello.
*******
Tomara que um jornalista sem diploma atropele esse Gilmar e os outros que votaram a favor desta palhaçada! Não falo por mim, porque sou formada em jornalismo, mas porque me envergonha fazer parte de um país que fala que precisa investir em educação para crescer como nação, enquanto toma atitudes que só a desvalorizam.
Essa turma é um bando de imbecis, que não sabem sequer defender sua posição! Falam em liberdade de expressão para sustentar seu ponto de vista, mas ninguém precisa ser jornalista ou exercer a profissão para dizer o que pensa. Blog, Twitter, Orkut e diabo existem pra quê? Qualquer um hoje fala o que quer, tem meios acessíveis para isso, e assim temos a tal liberdade almejada.
Agora, fazer uma reportagem, ou se responsabilizar pela imagem pública de uma empresa, não é uma questão de liberdade de expressão. É uma questão profissional, como qualquer outra, que exige preparação, responsabilidade e, acima de tudo, credibilidade. Eu não leio jornal para saber o que o jornalista está pensando!!!!!! Pelo contrário! Jornais extremamente partidário costumam ser criticados justamente por isso, por só mostrar o lado que lhe interessa. As pessoas querem, e precisam, ser bem informadas, e existem técnicas de comunicação para isso, que certamente este ignorante desse Gilmar desconhece.
É uma pena que o estudo e a especialização profissional não sejam valorizados por muitos. O ensino, de um modo geral, é falho no Brasil sim. Mas eu continuo acreditando que o conhecimento nunca é ruim, nunca é demais, muito menos é insconstitucional.
Michelle Wendling
Perder meio quilo em três dias: não tem preço.
Dar uma encontadinha num carro mal estacionado na saída da academia: R$ 510
:-(
Michelle Wendling
Putz, acabei de ler o último post da Carlinha e lembrei que preciso escrever sobre o assunto também. Na verdade, eu vi o filme Divã - baseado no texto da Martha Medeiros - este domingo, e saí da sala com a idéia de escrever sobre o assunto.
Como uma baita mulherzinha que sou, demorei uma meia hora para estancar as lágrimas depois da sessão. O filme é simples, óbvio e recheado de atores globais que estão todos os dias na tela, mas a mensagem é direta, cortante... para todos nós. Mostra que não existe muito certo e errado no que se sente e que a vida não é um roteiro pronto. Um dia é uma coisa, e no outro, outra. Simples assim, sem muita lógica ou explicação. Quase cruel...
Por outro lado, instiga a reflexão sobre o "pensar na própria vida". Eu, de tanto pensar na minha e perceber que não posso controlar tudo o que sinto, já fiquei doidinha. E, sim, estou fazendo a tal terapia.
Cheguei na primeira sessão há pouco mais de seis meses com a sensação de não teria coragem de falar sobre meus sentimentos à psicóloga, assim como a personagem da Lilia Cabral. Puro engano, deixei a mulher quase louca em menos de 1 hora. E, ao contrário do que a maioria pensa, a terapeuta não dá conselhos, não diz que você está certa ou errada e, pior, ela não diz que os outros estão errados ao lidar com você. Nem mesmo coloca a culpa da sua dor na infãncia reprimida ou na mãe. Quem diz isso tudo é você.
Algumas das passagens do filme mostram bem essa relação entre paciente e psicólogo. A mulher entra na sala e, ela mesma, faz a perguntas e as responde. O terapeuta aparece apenas de costas, sem rosto, sem história, sem sentimentos. Ele não se envolve. É apenas uma ferramenta que te obriga a percorrer o próprio caminho. Confesso que, meio ano depois de começar a frequentar a terapia, pouco do que eu conclui pode ser entendido como uma grande novidade para mim. Estava tudo lá, mas estava tudo embolado, fora de lugar, sem sentido. Basicamente, comecei a organizar as emoções e perceber que o meu maior medo vinha de mim mesma, não dos outros. Você aprende a assumir certos pensamentos, mesmo os que não são os mais nobres, e a não temê-los. Aprende só a lidar com eles. Parece pouco, mas faz toda a diferença.
É uma espécie de "hora da verdade" com você mesmo. Talvez um dos raros momentos em que você olha nos olhos de alguém e fala exatamente o que quer falar, o que pensa, o que sente... com a certeza de que ninguém se magoou, se ofendeu ou reagiu de forma negativa. É simplesmente um alívio para quem vive num mundo de papéis incorporados que nos engessam em nossa própria realidade.
Michelle Wendling
Definitivamente, assim não dá! O blog está largado às moscas, eu tô largada às moscas!!! Nã-nã-ni-nã-não!!!! Gentemmmmmmmm, pelamordedeus, o ponteiro da balança não para de subir!!!!!!!!!!! Tenho sérios problemas com o inverno (ou seria com a geladeira?), mas a questão é que eu desatei a comer nos últimos meses e deletei completamente a "necessidade" do corpitcho em se movimentar de vez em quando... Afff..... Ando muito ansiosa (jura????? nem reparei!), querendo que tudo se resolva num piscar de olhos, e o problema é justamente saber que nada vai mudar de um dia para o outro.... Há um longoooooo, longoooooooooooooooo, talvez ainda mais longooooooooooooooooooooooooooooo caminho a ser percorrido e isso me deixa agoniada... Affff 2..... Mas enfim, decidi dar um break no suspiro e tentar focar em outras coisas que podem me trazer a sensação de "ok, isso eu já resolvi" em um prazo mais curto de satisfação, hehehe. Então, declaro publicamente que preciso perder uns quilinhos! ("Uns" é que pra não ficar chato...). Bom, desde a semana passada voltei a ser uma frequentadora matutina da academia, mas agora vou fazer as pazes com o prato também. Ahhh, e vou correr naquela maratona da Adidas, em Junho! :-) É a Michelle no projeto Verão 2010!
Michelle Wendling
O 27º Outono chegou ! ! ! !
O mundo é enorme e eu quero ele todo para mim!!!
Este vai ser meu presente de aniversário!
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Michelle Wendling
"27º outuno....e em breve mais uma primavera! Fazer aniversário é assim mesmo....perdemos um pouco de nós, do nosso tempo...que vai passando...e ganhamos novos ramos, folhas..e a beleza das flores..."
Um grande amigo me disse isso hoje. É bem isso.
Minha crise dos 30 chegaram antes e sei que um grande ciclo da minha vida se encerrou aos 26. É difícil perceber que o mundo ensolarado em que eu vivi todos estes anos morreu dentro de mim.
As folhas secaram e caíram, ficaram monocromáticas.
Enfim, a vida adulta bateu à porta e eu deixei ela entrar.
Mas estou feliz!!! E pronta para curtir as delícias das próximas estações...
Michelle Wendling
Muito do que eu faço
Não penso, me lanço sem compromisso.
Vou no meu compasso
Danço, não canso, a ninguém cobiço.
Tudo o que eu te peço
É por tudo que fiz e sei que mereço
Posso, e te confesso.
Você não sabe da missa um terço
Tanto choro e pranto
A vida dando na cara
Não ofereço a face nem sorriso amarelo
Dentro do meu peito uma vontade bigorna
Um desejo martelo
(Lenine)
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Michelle Wendling
Você pensa que ser perfeita é a soluções dos seus problemas, antes mesmo de saber que eles vão existir. Portanto, opta por ser correta, ética e, acima de qualquer coisa, preservar aqueles que ama. Dedica longos anos a moldar a personalidade de alguém doce, cordato e permissivo, enquanto enterra sua natureza questionadora e impulsiva dentro da própria alma. O oposto de você está lá o tempo todo, errando, colocando o dedo na ferida e pisando nos calos doídos dos que te rodeiam. E estes, por sua vez, não são nada egoístas: compartilham com você toda a raiva que não podem esguichar no outro. Pelo bem de todos (e do seu próprio ego), você assume a intriga para si, digere devagarzinho toda a ira coletiva que simplesmente finge não existir... O final da história grita na sua frente desde o início, mas você não quer ver. Dispõe de grande parte de sua energia para construir um castelo que desmorona a cada noite mas, incansável, você o recomeça todas as manhãs. O que te move é a certeza inconsciente que o dia D vai chegar e, de forma mágica, olhos cegados pelos próprios donos irão enxergar divinamente aquilo que chamamos de verdade. O dia chega, passa, mais outros passam. Parte da sua vida passa... até que tudo enfim se torna claro e transparente. Não é nada, é só o fim da inocência inventada por você mesmo, mas dói... Dói perceber que o tanto de raiva que você tomou emprestado, e mais o tanto que você criou sozinha, é um problema só seu. Pronto! A generosidade dos que tinham raiva foi-se embora, e voc~e ficou lá, inchada, cansada e sozinha. Ninguém se importa. Afinal, todo o medo e covardia de enfrentar uma sucessão de erros foram despejados em mim. Para o resto, sobra apenas uma lembrança desconfortável que, de tão inadequada que sou, faço-os lembrar. Mas o medo de ferir os que amo persiste em um último suspiro, tento passar por cima de tudo, mas não dá. Não sou tão forte assim e também não quero ser. Agora, a guerra é mesmo minha: colher os pedaços do eu que sobrou e formar uma pessoa de novo. A cara e o coração de boneca morreram para sempre, mas vai ser melhor assim. No fundo, só me trouxeram dor e solidão. Hoje sou apenas eu, só eu e a minha história imperfeita. Isso ninguém arranca. Ninguém, nem os que amo, nem os que odeio. E é só isso que importa agora. Eu. Ninguém mais além do eu de mim que sobrou.
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Michelle Wendling
Juro, perante todos que por ventura passem por este blog, que eu NUNCA MAIS faço assinatura de revista nenhuma, de nenhuma editora, pelo resto da minha vida! Amém!!!! Sério, este país é uma piada de péssimo gosto!!!! Terra de ninguém!!! O que é isso???????? A pessoa aqui está há DOIS MESES ligando e mandando emails semanais para a EDITORA ABRIL para cancelar uma porcaria de revista (renovada automática por 2 ANOS sem o meu consentimento), e a resposta eletrônica que ela SEMPRE recebe qual é? "Cara Michelle, Esclarecemos que sua solicitação foi direcionada ao departamento específico para que as devidas providências possam ser tomadas. Por esse motivo, você receberá uma resposta em breve. Permanecemos à sua disposição." Já que a resposta em breve nunca chega, a pessoa desocupada aqui resolve ligar para o 0800. Fudeu!!!!! Liguei uma vez: passei por mil pessoas até chegar a alguém disposto a cancelar a minha assinatura (sim, no Brasil, o atendente e a empresa tem que acordar de boa vontade para trabalhar e fazer o que o cliente pede). Tudo parece resolvido, até... 1º débito no cartão de crédito de uma assinatura aparentemente cancelada: 17,06 reais! Merreca, eu sei, mas é meu e eu faço o que quero com o dinheiro. E o que eu quero fazer não corresponde com comprar esta revista!!!!! Liguei pela segunda vez: expliquei toda a situação e, again, o atendente disse que cancelou. A burra fez de conta que acreditou.... Mas, com a pulga atrás da orelha, consultou o SAC Online da ilustríssma editora, e lá constava a assinatura como renovada. Liguei pela terceira vez, totalmente fora da minha habitual paciência. A atendente de "Renovação" atendeu e eu só falei: CANCELAMENTO, POR FAVOR. Ahhhhhhhhhhhhhhh, a palavra mágica foi dita!!!!!! (e não era o "por favor", pasmem). A partir de então, começou a prova de resistência do Big Brother da minha vida real... Forneça nome completo, data de nascimento e CPF... forneça agora endereço, bairro, CEP... e agora email, revista que quer cancelar... só um minuto por favor... ahhh, falta o código do assinante!!! Tudo bem, já decorei TODOS estes dados e despejei em cima da criatura.... "Ok, senhora, aqui no seu cadastro consta que sua assinatura foi renovada por 2 anos".... ESTA PORRA DE CADASTRO NÃO MOSTRA QUE QUE CANCELEI ESTA PORCARIA DE REVISTA POR DUAS VEZES, NÃO????????????????? Pronto, daí vem a pérola do "serviço de atendimento ao consumidor": "a senhora não precisa menosprezar a nossa empresa, que é muito idônea" O QUE???????????? VOCÊS LERAM ISTO?????????????????? É o cão me mandando passear!!!! Mas calma, tem mais!!! "efetivado o cancelamento", a pessoinha, ligada nas novas regras de call center, pede o número de protocolo do atendimento, para confirmar o cancelamento (caso precise posteriormente... sabe como é, né!). Eis a resposta: "a editora Abril não participa das novas regras". VOCÊS OUVIRAM ISSO DE NOVO??????????? Existe lei, mas eu cumpro se eu quiser??? Desisti. Caso não estornem meus míseros 17,06 reais em 5 dias úteis (prazo informado pela execelentíssima editora Abril, que deveria se chamar Editora 29 de Fevereiro), vou ao Procon. Vou gastar mais indo até lá e formalizando o processo, mas não vou deixar meus 17,06 com eles. Ahhhhhhhhh, não vou mesmoooooooooooooooooooooooooo!
Não é a toa que Abril rima com PQP!!!
Michelle Wendling
Sempre fui do Verão. Para mim, os dias frios e chuvosos do inverno eram uma tortura sem fim. Já os primeiros indícios de que a primavera se aproximava eram suficientes para que a pessoinha aqui ficasse bem humorada e alegre. Pois é, o improvável aconteceu. Comecei a gostar do inverno. E não é porque o nosso verão é quente e úmido, pois passo grande parte do tempo no ar-condicionado, mas é porque passei a enxergar o frio de outra forma, bem mais agradável. Resumindo, as duas estações extremas têm seus prós e contras. Mas eu só via os prós do verão e os contras do inverno há algum tempo atrás. Mas acho que depois de conhecer o Canadá no inverno, mudei um pouco a minha visão. Sim, esquiar na neve, patinar no gelo e tomar café do Starbucks na estação do trem têm seu charme!!! Pena que nada disso acontece em Porto Alegre... Mas, de qualquer forma, comecei a apreciar os primeiros ares gelados no início de maio, as tardes de domingo embaixo do edredom, regadas a chocolate quente e dvds de Lost. Eeeeeeeeeita, coisa bem boa!!!!!
Michelle Wendling
Era uma vez uma menina que acreditava em seus sonhos. Não chegavam a ser sonhos irreais, daqueles que só ganhando na Mega Sena, mas eram sonhos. E ela ficava pensando em como tudo seria quando os tivesse conquistado. Pouco a pouco, ela realizou seus sonhos.... Sim, foi muito bom conseguir realizá-los!
Um certo dia, a mocinha acordou angustiada... Outro dia, e a mesma sensação... E outro, e outro....
Não querendo mais olhar o mundo lá fora, ela olhou para dentro... e viu o vazio. Um profundo e imenso nada, cheio de coisa alguma e perspectivas nulas. Revirou tudo até encontrar, no meio da bagunça invisível, um fiozinho de vontade. Era o suficiente para costurar um sonho gigante, enorme, daqueles que parecem impossíveis. Talvez nem ela acredite que possa alcançá-lo. Mas não importa. Nada mais importa... Agora tudo voltou a fazer sentido para ela.
Michelle Wendling
Nossa, li agora um texto no blog Corporativismo Feminino que colocou para fora tudo o que penso sobre um assunto: mães. De fato, toda e qualquer mãe se gaba dos enjôos da gravidez, das dores do parto, e blá blá blá... como forma de se colocarem como seres superiores e inquestionáveis. E todo mundo finge que ser mãe é sempre a melhor coisa do mundo, que o amor entre mãe e filhos é incondicional e... blá blá blá, mais uma vez. Eu, com a minha experiência, sei que mães erram, magoam, e podem ser cruéis se quiserem. Claro que há concessões, bons momentos, doses de orgulho e paciência, mas cada pessoa é um ser único, com suas próprias formas de amar, incomparáveis a de qualquer outro ser. Para mim, é isso. Eu sei exatamente quem eu amo ou não amo. Sei o que posso oferecer a cada um, e o quão intenso é cada sentimento. Se é mais sublime, incondicional ou superior à “média da sociedade de mitos”, pouco importa. Por isso, sou incapaz de dizer “eu sou a pessoa que mais te ama no mundo”. Não, eu não posso dizer isso, simplesmente porque eu não sei o que os outros sentem. Sei apenas o que EU sinto... que eu amo muito... e ponto.

Se mãe e pai fosse santos, não tinha notícia de criança sendo jogada pela janela nos jornais.

Michelle Wendling
Janeiro, fevereiro e março Você começa o ano tentando entender o significado do amor em sua vida. Esse processo já teve início em 2008 e continua por alguns meses. Além do amor, janeiro será um mês para testar seus conhecimentos superiores e sua religiosidade. Durante todo ano, você pode esperar por sucesso e projeção social e profissional. Neste ano, ficará conhecido por sua capacidade profissional - fevereiro será um mês decisivo para isso. Prepare-se. Em março, pode esperar por novas e importantes amizades que irão colaborar muito para sua ascensão profissional.

Abril, maio e junho O mês anterior ao seu aniversário é sempre de queda de energia e alguns obstáculos que devem ser ultrapassados com tranqüilidade, sem desgaste. Em maio, procure estabelecer metas bem claras e manter o foco de sua energia, para não perdê-la. Sua energia continua baixa, apesar de seu aniversário já ter passado. Portanto, poupe-se o máximo que puder. Em junho, você retoma suas energias e prepare-se: o amor está ao seu lado durante todo mês. Se estiver só, certamente encontrará seu amor.

Julho, agosto e setembro Julho será um ótimo mês para fazer algum curso de especialização que possibilitará maior crescimento profissional. Boa fase também para estar ao lado de amigos e irmãos. Cuide de sua mania de fantasiar as relações, mantenha os pés no chão. Em agosto, você, como bom taurino, vai preferir repor suas energias dentro de casa, com pessoas próximas e queridas. O amor volta a tomar conta de suas preocupações, mas ainda estará em alta durante todo mês de setembro. Faça algumas mudanças em seu ambiente doméstico.

Outubro, novembro e dezembro O amor será reavaliado e vivido com maior profundidade durante o mês de outubro. Você estará mais prático, e algumas questões serão solucionadas definitivamente, pois a partir de novembro o foco da sua atenção passa a ser o trabalho e a saúde. Uma nova fase tem início, e você sentirá necessidade de maior organização nesses dois setores de sua vida. Em dezembro, você começa a perceber que a vida emocional mais profunda precisa de descanso. Um retiro ou a prática de meditação podem ajudar muito. Fonte: Terra

Será???