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Michelle Wendling
Well, depois de quase três meses, estou de volta por aqui... Tem me faltando inspiração para escrever ultimamente...

Tenho vivido quase que no piloto automático, sem assunto, sem novidade... Desde que 2009 terminou, fiquei na expectativa de que o novo ano seria bem diferente. Esperei, esperei, esperei... nada aconteceu até agora. E como o tempo passa rápido, mesmo quando ficamos apenas esperando ele passar. Tenho a sensação de que rapidinho eu vou perceber que já passei da mateda da vida, sabe?! As vezes lembro quando eu era criança (ontem!) e minha mãe tinha apenas vinte e poucos anos. Hoje ela tem cinquenta. Então, amanhã eu vou abrir os olhos e vou ter cinquenta???
MEDO!

Cheguei numa fase em que tenho que fazer escolhas pra tudo. Isso implica abrir mão de coisas que eu queria, mas que por uma razão ou outra eu vou precisar deixar pra trás ou fazer de uma maneira diferente do planejado. E eu não sei conviver com mudança de planos, definitivamente...

Já dizia o ditado: se ficar, o bicho pega, se correr, o bicho come. Ó ceus!!!
Michelle Wendling
Todo mundo tem uma música inspiradora, daquelas que parecem sob medida, né?! Eu tenho várias, na verdade, mas tem uma que tem tudo a ver comigo AGORA. E que eu sempre amei... Depois que fui no show, então, ela não sai da minha cabeça.

Inspire-se também! Me diga qual é a sua música!!
Aí vai um pedacinho da minha! :-)

Nothing Else Matters

So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
Hold these words I don't just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know
Michelle Wendling


Bom, agora, de layout novo, vou começar a atualizar os assuntos....

Pois bem, como a maioria sabe, no dia 15/01 me pai se formou em Ciências Contábeis na PUC. Além da alegria pela grande conquista dele, foi um momento muito importante e intenso. Ficou evidente para mim que a minha família seria diferente dali em diante.

Sempre fui o peixe fora d'água no meu círculo familiar, sempre fui reservada, sempre fui pouco dramática, sempre fui normal de mais. Fiz primeira comunhão e crisma, nunca fiquei em recuperação no colégio, casei com o primeiro namorado, comecei a trabalhar cedo, nunca cheguei bêbada de uma festa... Totalmente sem graça! Passei despercebida entre tanta gente complicada, traumatiza e sem rumo, e por várias vezes me orgulhei disso tudo, até o dia em que a gente começa a refletir por que é assim, por que é assado, e blá blá blá...

Sei lá, é como se eu descobrisse que posso deixar transparecer as minhas imperfeições, que eu posso ser mimada algumas vezes - afinal sou filha única mesmo e sempre fui tachada como tal -, que eu posso ser mal humorada, que eu posso ser inconsequente... Tudo isso dentro dos meus próprios parâmetros, condizendo com meus valores, que não mudaram agora e nem vão mudar.

Continuo achando que sou muito diferente da minha família, mas bem ou mal eu faço parte dela. Não tenho mais uma casa a qual eu possa dizer que é a casa da minha família, mas tenho pessoas que fazem, de alguma forma, parte do que eu sou, do bom e do ruim que eu carrego, e todos juntos fazem parte de um lar que eu vou precisar construir dentro de mim.

E isso tudo me fez ter ainda mais orgulho do meu pai. Sei o quanto ele também se sentiu fora de contexto muitas vezes, sei que poucos acreditaram que ele era capaz... Mas aos poucos ele conquista tudo o que  quer...

É assim que eu quero ser quando crescer! :-)

Michelle Wendling
E 2010, enfim, chegou...


Esperei muito a passagem deste ano, como se de fato ele significasse um marco, um encerramento de uma fase. Os últimos dois anos foram para mim épocas de muita transformação. De repente, repensei tudo na minha vida e vi que tinha muita coisa fora do lugar. Acho que fui vivendo muito o hoje, apenas na intuição e, quando vi, estava onde não queria estar. Deixei a vida me levar, e ela, então, me levou, mas eu não gostei muito de lá, não... Foi quando eu me perguntei o que eu queria mesmo para minha vida, aonde eu queria chegar com tudo, o que era mesmo prioridade ou apenas um capricho. Nessa reflexão toda, cheguei à conclusão que estava sendo falsa comigo mesma em alguns aspectos. Um destes pontos foi a questão profissional. Percebi que eu espero muito menos da minha rotina profissional e muito mais da utilidade que isso traz. Por exemplo: eu me mato de trabalhar, me estresse, engulo sapos do tamanho de girafas, não ganho o que eu acho que mereço e, no fim, sobra muito pouco de compensação. Sobra pouco porque o resultado do meu trabalho se traduz em um número qualquer de um relatório fajuto que, no fundo, não diz nada. É isso.


Lembro que quando trabalhava no jornal, apesar de ter diversas queixas e frustações quanto a salário, plano de carreira e etc, eu saia de lá com um sentimento bom de saber que o que eu fiz hoje será aproveitado pelas pessoas amanhã. Assim, eu enxerguei o que eu quero de verdade. Quero fazer algo pelo qual me orgulhe.


***
2009 foi o ano da revolução. Iniciei grandes transformações, mas nada ainda está acabado. Em algumas coisas, a falha foi minha. As vezes sou muito realista, e isso me acomoda. Preciso aprender a voar mais longe. Talvez, se eu tivesse acreditado mais em mim, estivesse mais próxima do que eu quero. Então, vou lutar para que este ano se traduza em consolidação. Quero fazer as coisas acontecerem e vou me dedicar a isso!

***
Mudei o blog! Versão 2010, bem happy! :-)
Só ficou um tal de "undefined" acima de cada post que não sei como arrumar... Oi, muito prazer, sou uma ameba tecnológica! :-S
Michelle Wendling
Genteeeem, tive meu momento "15 minutos de fama" na semana passada! O casamento da minha amiga Joanna estava lindo, e rendeu notícias em váaaaaaaaaaarios jornais, incluindo o Portal Caras, hahahaha! Eu, no meu momento "Oi. Sou super famosa! Não me reconhece?", saí no jornal O Sul, ao lado da Cris Bazílio. É nóis na fita, girls!

É muita chiquesa, fala sério!!! :-)






Michelle Wendling
Quem eu sou, afinal? Alguém nascida de dois, divida por dois Alguém cujo maior pecado é ser quem é Alguém que trilha um caminho pararelo para encontrar sua própria história Alguém que foge de si mesma para saber da onde veio Alguém que olha pra trás e vê muito pouco de si; que olha para frente e vê menos ainda Dói, mas esta sou eu, com os 50% que restam. Os outros 50 que se danem! Mesmo assim, tenho certeza da felicidade. De tudo isso, uma única certeza: caminho para frente. Sempre. **** Meu horóscopo de hoje. Adorei! Este trânsito possibilita que o indivíduo faça o que sempre teve vontade. Como o seu estilo de vida não lhe interessa mais, você está em busca de reforma interna e externa. Tudo o que o está incomodando poderá ser mudado. Nada de ficar escondendo a irritação por ter de fazer as mesmas coisas da mesma maneira. A partir de agora, nada será como antes. Você conseguirá realizar esta transformação, afinal, o que prevalece é o que você quer! Mudar pode ser arriscado, mas, para alguém que tem energia de sobra para essa tarefa, nada é impossível - só um pouco trabalhoso. As pessoas é que podem não gostar dessa sua necessidade de mudança, mas quem o conhece já sabe: você não dá a mínima para opiniões que sejam diferentes das suas.
Michelle Wendling
Esses tempos li numa dessas colunas sobre astrologia (heheheh, adoro!) que o ano de 2009 era o encerramento de um ciclo de sete anos. Por isso, seria um ano bastante agitado para a maioria das pessoas, com mudanças profundas. Parando para pensar nos meus últimos sete anos, realmente este ano parace finalizar uma era. De lá para cá, tive a sorte de ter muitas realizações pessoais e profissionais durante um longo tempo. Mas, como tudo o que é bom, um dia acaba. Chegou aquele momento em que parece que tudo parou, que a vida ficou estagnada, monótona. Tenho facilidade de me entediar com as coisas, então este processo se tornou ainda mais penoso. Sou movida a novidades, a planos e sonhos mirabolantes, e 2008 foi um ano muito chato. Acho que o foi o primeiro ano que terminou com essa estranha sensação de que nem deveria ter começado. Por outro lado, essa monotonia toda me fez parar para pensar no que eu era de verdade, sobre o que eu queria da vida e o que me preenchia. Percebi que as coisas estava todas erradas, ou quase todas, que eu jamais seria aquilo que eu me esforçava para ser, e que na tentativa de agradar gregos e troianos eu não agradava ninguém, muito menos a mim. Parecia que eu estava presa numa vida que não me bastava. Então, era preciso mudar. Neste processo de descobertas e mudança, embolou o meio de campo. Fica difícil a gente indentificar o que é preciso mudar quando aparentemente tudo está fora do lugar. Mas, de tanto pensar sobre tudo, absolutamente tudo, parece que o cérebro cansou e deu um tempo. No meio do silêncio surgem algumas respostas e um pouco de paz. Talvez ali eu tenha realmente me descoberto. Enfim, quando 2009 começou, achei que seria um ano tão chato quanto o anterior. Essa falta de motivação me martirizou por meses, e a sensação de que nada fazia sentido foi o pior sentimento que poderia ter. Mas enfim, aos poucos, as coisas se ajeitam, né!? Mudei absolutamente tudo sem mudar absolutamente nada, hahahahah! Isto tudo está sendo uma libertação!! No fundo, para mudar a vida, não é necessariamente preciso mudar as coisas de lugar. Basta enxergar o mundo de outra forma para que ele responda de forma diferente também. Minha terapeuta sempre diz que a teoria da ação e reação é certeira. E é mesmo... Pequenas mudanças estão gerando grandes transformações, não apenas em mim, mas em todos a minha volta. Viver é incrível, não? Que se inicie o próximo ciclo dos sete anos então!!!!
Michelle Wendling
Tem coisas que surgem à nossa frente como se fossem feitas sob medida pra gente, mas são mero acaso... Isso me impressiona muito, e hoje foi o que aconteceu. Entrei no blog de um ex-colega de pós que é artista plástico, para dar uma olha num trabalho bem bacana que ele fez, e lá tinha um texto de um conhecido dele falando de como a gente está sempre se despedindo de alguma coisa, de coisas ou pessoas que talvez nunca mais vamos ver. Isso sempre vem à minha cabeça, pois sofro com estes pequenos "adeus" que a vida nos impõe. Pois bem, logo abaixo deste post tinha um outro, no qual o colega falava de como estava sendo a vida em Vancouver. Nooooossa, eu amo esta cidade! Tenho quase uma relação nostálgica com ela, lembro de cada detalhe dos quase 30 dias que passei naquela terra geloada e nem cogito a hipótese de nunca mais voltar lá. Aliás, este foi um compromisso que assumi ao ir embora: voltar, um dia. Essa saudade do que passou, e do que nem faz tanto tempo assim, as vezes me corrói. Vivo como se já tivesse 80 anos, como se tudo fosse um passado meramente de lembranças, tão distante... Mas me reconforta perceber que a vida é isso, pra todo mundo, e que há uma vida inteira para desfrutar. Como diz minha terapeuta, "a vida é movimento". O fardo de viver o desapego é grande demais para uma taurina típica, mas estou aprendendo! :-) Abaixo, o texto que me inspirou: **** Até breve. Existem pessoas que você nunca mais vai ver. Existem lugares em que você nunca mais vai estar. Por mais que volte a ver ou estar, jamais será da mesma maneira. E é inevitável: o tempo sempre vai se encarregar de transformar a saudade em mera lembrança. Mas quando você deixa um pouco de si, vivendo intensamente o agora, inconscientemente vai levá-lo consigo. É como se cada lugar ou pessoa que fez diferença em sua vida, deixasse um registro, uma fotografia de seu brilho natural - nem sempre visível, mas sempre presente. Basta que você consiga percebê-lo, e com o tempo, terá um álbum de estrelas. Allan Castro
Michelle Wendling
As vezes, a gente muda. Não sabe explicar exatamente por que ou como, mas as nossas vontades, interesses e planos resolvem mudar de rumo e seguir por outras estradinha.
Tenho sentido muito esta reviravolta interna que está tomando conta de quase tudo na minha vida... algumas são sofridas, confesso, outras eu sei que precisam acontecer mas não tenho autonomia para efetivá-las. Mas uma delas foi talvez a maior descoberta dos últimos tempos.
Apesar de todo o sacrifício e dedicação que preciso empenhar nisso, faço com um prazer enorme. Penso apenas no fim para tornar os meios um caminho agradável. Sorte que encontrei pessoas que compartilham deste sonho e estão comigo em um momento onde não sei ao certo qual é o meu lugar real neste mundo de tantas opções.
Michelle Wendling

Têm pessoas com vocação para pagar mico. Eu sou uma delas. Não é brincadeira, não. Eu atraio toda e qualquer tipo de situação constrangedora, embaraçosa, além de ser estabanada, atrapalhada e o Murphy viver grudado na sola do meu sapato. A questão é que tudo, do básico da micagem ao supra-sumo do impossível, acontece comigo. Só comigo. O TÁXI Em viagem a São Paulo, colecionei uma dúzia destas situações para a minha coleção, da qual não me orgulho nenhum um pouco, embora as vezes pareça engraçado. Bom, para começar, tenho sérios problemas com táxi. Sim, a maioria das pessoas entra, diz o endereço e em algum tempo chega ao seu destino. Comigo, a história é mais longa. Na primeira vez, pedi para ir a Casa Cor. Lógico que o taxista não tinha ideia do que se tratava, mas se informou com um colega e disse que era no Jóquei. Beleza, let’s go! Juro que vi uma plaquinha escrito “Joquéi à esquerda”, mas o motorista virou à direita. Lá pelas tantas, viu que não sabia onde estava (e o maldito taxímetro rodando que era uma beleza). Voltas e voltas depois, o Marcelo “sugeriu” que ele perguntasse a... um taxista. Dito e feito, a pobre da vítima era muda!!!! E ficou lá, gesticulando segundo intermináveis até que alguém veio socorrer! Ok, tem mais uma. Pedimos a outro taxista para ir ao Ibiapuera. O veinho estava faceiro que só, pois aquela era a última viagem dele com aquele carro, com o qual ele teve “muita sorte”. Minutos depois, após longa discussão sobre “sorte” e “superstição”, o automóvel apagou no meio da rua. Com a maior cara-de-pau, ele disse que tinha faltado gasolina!!!! Afff... só sei que andei uns três quilômetros na banguela, a dois por hora naquela avenida caótica da metrópole! Pior foi quando ele parou no posto e pediu 5 pilas de álcool!!! Ui, queria virar uma dalit naquele momento, e ser apenas a poeirinha do pé do Brahma! Ok, devidamente abastecido, continuamos a viagem até o final. Quando saímos do carro, percebi que algo tinha ficado para trás. Era o veio e o carro da sorte, que pelo visto estava com algum problema a mais além da falta de gasolina! Depois de uns 10 minutos, espiei entre as frondosas árvores do parque, e ele continuava no meio da rua! :-S O CONSULADO Outra boa é a minha saga no Consulado. Eitaaaaaaaa pessoa com problemas motores como eu! Naquela pressão de “TENHA A FOTO EM MÃOS, TENHA OS FORMULÁRIO I-157 E A-129 EM MÃOS, PREENCHA TODAS AS LACUNAS ANTES DE PEGAR A SENHA”, tentei deixar tudo organizado, “em mãos” e por ordem. Pronto, foi a mulher pedir a foto que ela já caiu no chão, junto com um dos formulários, e virou uma zona!!! Tentei ser rápida e pegar outra foto no envelope, e a mulher já fazendo “mó” cara de manga pra mim. Ahhh, vai se catar! Eu tenho problemas, e ponto! Decidi catar meus papeizinhos só na hora em que pedissem, e tudo fluiu bem de resto! A CANETA Mas a pior de todas foi a caneta! Lógico que não lembrei de levar caneta ao Consulado, e precisei preencher à mão várias coisas na hora! Por sorte, procurei no buraco negro que é minha bolsa e achei uma. Na hora, um grande alívio, mas logo fiquei em pânico. A caneta estava completamente “envolta” em uma massa esverdeada, com alguns pedacinhos de papel branco e azul. Era o resquício do que, um dia, havia sido um Trident. O fato é que a Caneta estava uma caca, um nojo, mas enfim, escrevia. Toda mocoziada, perdi meu privilegiado lugar em frente ao painel eletrônico das senhas para me esconder enquanto preenchia um envelope. Não adiantou. A Lei de Murphy pegou geral, e todo mundo resolveu pedir ajuda a pessoinha aqui. Primeiro veio um analfabeto, pedindo para eu preencher o envelope para ele! Ok, tive que fingir que não estava vendo a nojeira da caneta enquanto preenchia os dados na frente do cara. Mas tudo bem, ele ficou eternamente agradecido. Depois, uma menina do meu lado PEDIU A CANETA EMPRESTADA!!!! Afff, eu não tinha o que fazer, ela viu eu escrevendo, não tinha como negar! Daí, não teve jeito, tive que avisá-la, em alto e bom som, que havia chiclete na caneta... :-(

Michelle Wendling
Putz, acabei de ler o último post da Carlinha e lembrei que preciso escrever sobre o assunto também. Na verdade, eu vi o filme Divã - baseado no texto da Martha Medeiros - este domingo, e saí da sala com a idéia de escrever sobre o assunto.
Como uma baita mulherzinha que sou, demorei uma meia hora para estancar as lágrimas depois da sessão. O filme é simples, óbvio e recheado de atores globais que estão todos os dias na tela, mas a mensagem é direta, cortante... para todos nós. Mostra que não existe muito certo e errado no que se sente e que a vida não é um roteiro pronto. Um dia é uma coisa, e no outro, outra. Simples assim, sem muita lógica ou explicação. Quase cruel...
Por outro lado, instiga a reflexão sobre o "pensar na própria vida". Eu, de tanto pensar na minha e perceber que não posso controlar tudo o que sinto, já fiquei doidinha. E, sim, estou fazendo a tal terapia.
Cheguei na primeira sessão há pouco mais de seis meses com a sensação de não teria coragem de falar sobre meus sentimentos à psicóloga, assim como a personagem da Lilia Cabral. Puro engano, deixei a mulher quase louca em menos de 1 hora. E, ao contrário do que a maioria pensa, a terapeuta não dá conselhos, não diz que você está certa ou errada e, pior, ela não diz que os outros estão errados ao lidar com você. Nem mesmo coloca a culpa da sua dor na infãncia reprimida ou na mãe. Quem diz isso tudo é você.
Algumas das passagens do filme mostram bem essa relação entre paciente e psicólogo. A mulher entra na sala e, ela mesma, faz a perguntas e as responde. O terapeuta aparece apenas de costas, sem rosto, sem história, sem sentimentos. Ele não se envolve. É apenas uma ferramenta que te obriga a percorrer o próprio caminho. Confesso que, meio ano depois de começar a frequentar a terapia, pouco do que eu conclui pode ser entendido como uma grande novidade para mim. Estava tudo lá, mas estava tudo embolado, fora de lugar, sem sentido. Basicamente, comecei a organizar as emoções e perceber que o meu maior medo vinha de mim mesma, não dos outros. Você aprende a assumir certos pensamentos, mesmo os que não são os mais nobres, e a não temê-los. Aprende só a lidar com eles. Parece pouco, mas faz toda a diferença.
É uma espécie de "hora da verdade" com você mesmo. Talvez um dos raros momentos em que você olha nos olhos de alguém e fala exatamente o que quer falar, o que pensa, o que sente... com a certeza de que ninguém se magoou, se ofendeu ou reagiu de forma negativa. É simplesmente um alívio para quem vive num mundo de papéis incorporados que nos engessam em nossa própria realidade.
Michelle Wendling
Definitivamente, assim não dá! O blog está largado às moscas, eu tô largada às moscas!!! Nã-nã-ni-nã-não!!!! Gentemmmmmmmm, pelamordedeus, o ponteiro da balança não para de subir!!!!!!!!!!! Tenho sérios problemas com o inverno (ou seria com a geladeira?), mas a questão é que eu desatei a comer nos últimos meses e deletei completamente a "necessidade" do corpitcho em se movimentar de vez em quando... Afff..... Ando muito ansiosa (jura????? nem reparei!), querendo que tudo se resolva num piscar de olhos, e o problema é justamente saber que nada vai mudar de um dia para o outro.... Há um longoooooo, longoooooooooooooooo, talvez ainda mais longooooooooooooooooooooooooooooo caminho a ser percorrido e isso me deixa agoniada... Affff 2..... Mas enfim, decidi dar um break no suspiro e tentar focar em outras coisas que podem me trazer a sensação de "ok, isso eu já resolvi" em um prazo mais curto de satisfação, hehehe. Então, declaro publicamente que preciso perder uns quilinhos! ("Uns" é que pra não ficar chato...). Bom, desde a semana passada voltei a ser uma frequentadora matutina da academia, mas agora vou fazer as pazes com o prato também. Ahhh, e vou correr naquela maratona da Adidas, em Junho! :-) É a Michelle no projeto Verão 2010!
Michelle Wendling
O 27º Outono chegou ! ! ! !
O mundo é enorme e eu quero ele todo para mim!!!
Este vai ser meu presente de aniversário!
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Michelle Wendling
Você pensa que ser perfeita é a soluções dos seus problemas, antes mesmo de saber que eles vão existir. Portanto, opta por ser correta, ética e, acima de qualquer coisa, preservar aqueles que ama. Dedica longos anos a moldar a personalidade de alguém doce, cordato e permissivo, enquanto enterra sua natureza questionadora e impulsiva dentro da própria alma. O oposto de você está lá o tempo todo, errando, colocando o dedo na ferida e pisando nos calos doídos dos que te rodeiam. E estes, por sua vez, não são nada egoístas: compartilham com você toda a raiva que não podem esguichar no outro. Pelo bem de todos (e do seu próprio ego), você assume a intriga para si, digere devagarzinho toda a ira coletiva que simplesmente finge não existir... O final da história grita na sua frente desde o início, mas você não quer ver. Dispõe de grande parte de sua energia para construir um castelo que desmorona a cada noite mas, incansável, você o recomeça todas as manhãs. O que te move é a certeza inconsciente que o dia D vai chegar e, de forma mágica, olhos cegados pelos próprios donos irão enxergar divinamente aquilo que chamamos de verdade. O dia chega, passa, mais outros passam. Parte da sua vida passa... até que tudo enfim se torna claro e transparente. Não é nada, é só o fim da inocência inventada por você mesmo, mas dói... Dói perceber que o tanto de raiva que você tomou emprestado, e mais o tanto que você criou sozinha, é um problema só seu. Pronto! A generosidade dos que tinham raiva foi-se embora, e voc~e ficou lá, inchada, cansada e sozinha. Ninguém se importa. Afinal, todo o medo e covardia de enfrentar uma sucessão de erros foram despejados em mim. Para o resto, sobra apenas uma lembrança desconfortável que, de tão inadequada que sou, faço-os lembrar. Mas o medo de ferir os que amo persiste em um último suspiro, tento passar por cima de tudo, mas não dá. Não sou tão forte assim e também não quero ser. Agora, a guerra é mesmo minha: colher os pedaços do eu que sobrou e formar uma pessoa de novo. A cara e o coração de boneca morreram para sempre, mas vai ser melhor assim. No fundo, só me trouxeram dor e solidão. Hoje sou apenas eu, só eu e a minha história imperfeita. Isso ninguém arranca. Ninguém, nem os que amo, nem os que odeio. E é só isso que importa agora. Eu. Ninguém mais além do eu de mim que sobrou.
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Michelle Wendling
Era uma vez uma menina que acreditava em seus sonhos. Não chegavam a ser sonhos irreais, daqueles que só ganhando na Mega Sena, mas eram sonhos. E ela ficava pensando em como tudo seria quando os tivesse conquistado. Pouco a pouco, ela realizou seus sonhos.... Sim, foi muito bom conseguir realizá-los!
Um certo dia, a mocinha acordou angustiada... Outro dia, e a mesma sensação... E outro, e outro....
Não querendo mais olhar o mundo lá fora, ela olhou para dentro... e viu o vazio. Um profundo e imenso nada, cheio de coisa alguma e perspectivas nulas. Revirou tudo até encontrar, no meio da bagunça invisível, um fiozinho de vontade. Era o suficiente para costurar um sonho gigante, enorme, daqueles que parecem impossíveis. Talvez nem ela acredite que possa alcançá-lo. Mas não importa. Nada mais importa... Agora tudo voltou a fazer sentido para ela.
Michelle Wendling
Janeiro, fevereiro e março Você começa o ano tentando entender o significado do amor em sua vida. Esse processo já teve início em 2008 e continua por alguns meses. Além do amor, janeiro será um mês para testar seus conhecimentos superiores e sua religiosidade. Durante todo ano, você pode esperar por sucesso e projeção social e profissional. Neste ano, ficará conhecido por sua capacidade profissional - fevereiro será um mês decisivo para isso. Prepare-se. Em março, pode esperar por novas e importantes amizades que irão colaborar muito para sua ascensão profissional.

Abril, maio e junho O mês anterior ao seu aniversário é sempre de queda de energia e alguns obstáculos que devem ser ultrapassados com tranqüilidade, sem desgaste. Em maio, procure estabelecer metas bem claras e manter o foco de sua energia, para não perdê-la. Sua energia continua baixa, apesar de seu aniversário já ter passado. Portanto, poupe-se o máximo que puder. Em junho, você retoma suas energias e prepare-se: o amor está ao seu lado durante todo mês. Se estiver só, certamente encontrará seu amor.

Julho, agosto e setembro Julho será um ótimo mês para fazer algum curso de especialização que possibilitará maior crescimento profissional. Boa fase também para estar ao lado de amigos e irmãos. Cuide de sua mania de fantasiar as relações, mantenha os pés no chão. Em agosto, você, como bom taurino, vai preferir repor suas energias dentro de casa, com pessoas próximas e queridas. O amor volta a tomar conta de suas preocupações, mas ainda estará em alta durante todo mês de setembro. Faça algumas mudanças em seu ambiente doméstico.

Outubro, novembro e dezembro O amor será reavaliado e vivido com maior profundidade durante o mês de outubro. Você estará mais prático, e algumas questões serão solucionadas definitivamente, pois a partir de novembro o foco da sua atenção passa a ser o trabalho e a saúde. Uma nova fase tem início, e você sentirá necessidade de maior organização nesses dois setores de sua vida. Em dezembro, você começa a perceber que a vida emocional mais profunda precisa de descanso. Um retiro ou a prática de meditação podem ajudar muito. Fonte: Terra

Será???

Michelle Wendling
Que eu não apenas passe pelo novo ano, mas o viva os 365 dias que ele oferece Que no fim, eu o tenha vivido com todas as dores e delícias que a vida traz E que na próxima virada, eu tenha orgulho e alegria por tudo que, mais uma vez, passou
Michelle Wendling
Queria acreditar que a delicadeza, o respeito e a boa educação prevalecem, que no fundo é bom relevar certas coisas, ter paciência e ser compreensiva. Queria acreditar que tudo isso vale a pena, que no fim a recompensa sempre vem...
Não, ela não vem, é o que os dias têm me mostrado. A vida de novela, onde o vilão sempre morre ou enlouquece sozinho, só existe na televisão mesmo. As vezes me vem uma vontade de chutar o balde para certas coisas, agir em meu próprio benefício apenas. Danem-se os outros. Mas me falta coragem. Sempre concluo que, um dia, o que está errado virá à tona e se concertará por ordem natural. E que seu eu fizer algo fora da minha própria moral, vou me arrepender. São resquícios dessa cultura católica que faz a gente sentir culpa de tudo, de achar que temos que ser bons e generosos com os outros em qualquer circunstância.
A questão é que o mundo é um caos. Uns sobrevivem por sorte. Outros, por malandragem. É preciso apostar em um dos dois caminhos. Não é preciso ser bom, ou mal, para realizar ou conquistar certas coisas. basta ser inteligente. Cada um com a sua verdade.
Michelle Wendling
Dormi mal para caramba esta noite, com caraminholas na cabeça. E quando o sol raiou, estava querendo fazer as pazes com o travesseiro. Matei a academia e levantei depois das 8, atrasada, mal humorada e com cara de derrotada o suficiente para ter certeza de que o dia ainda promete! Para ter uma idéia, meu humor hoje chegou facilmente a picos de 8 pontos na escala Richter (considerando que 9 pontos podem causar um Tsunami...). Affffffffff... Indo para Eldorado city, um pentelho de sinaleira resolve “limpar” meu vidro. Posso afirmar veementemente que ele ESTAVA limpo antes da figurinha aparecer. Com essa carinha de “moça legal” que eu tenho, é lógico que o piá não deu nem bola para a minha tentativa de dizer “Não, Obrigada”, e lá foi ele com aquele pano encardido há mais de década lambuzar meu pára-brisa. “Ok”, pensei. “Sou altruísta o suficiente para não dar importância o fato. Fica aí perdendo o teu tempo por que não vai rolar moedinha não, guri”. Foi o que fiz, convicta que sou! Liguei o FODA-SE e parti quando a sinaleira abriu, mas antes tive que ligar o limpador de pára-brisa, pois depois da “boa ação” do moleque, meu grau de miopia aumentou vertiginosamente. Enfim, cheguei ao fantástico mundo de Michael com aquela cara de sono e poucos amigos. Tinha uma encomenda para mim na recepção. Fui buscar. A sorte é que o colega de SP avisou o que tinha dentro da caixa, porque naquela montoeira de papel picado (neurose do japa com medo de quebrar um troféu de cobre maciço), eu parecia criança na piscina de bolinhas catando a Barbie perdida. Mas o que me interessava mesmo não era o tal troféu ganho pelo cliente (mais um para juntar pó na recepção), mas sim o presentinho que a chefinha trouxe da Tailândia!
Que fofo! Obrigada”, respondi em um email com a educação que a minha mami me deu. Mas não foi suficiente: tive que passar o óleo de peroba na cara e perguntar para que servia a “lembrancinha” (veja foto ao lado). Afinal, um potinho do tamanho de uma moeda de 1 real, com uma meleca verde dentro e com o maior cheirão de Gelol, não devia ser o que estava parecendo. No alto da minha finesse, continuei no email: “O potinho com cheirinho de menta seria um brilho labial?” Já dizia a música Eduardo e Mônica, “ela estudava alemão (leia-se Tailandês, neste caso), e eu ainda nas aulinhas de inglês”. Sim, a pessoa manda um presente pra lá de esquisito, em uma língua que eu nem sabia que existia, e ainda tenho que advinhar para que serve. Mas a resposta não demorou a chegar: “Meninas, antes que vocês façam uso errado, o potinho contém um balm milagroso, segundo os habitantes locais. Ele serve para picadas, alergias, espinhas, ou seja, é o bombril dos cremes.”. Ahhhhhhhhhhhh bom! Agora saquei, não era Gelol, era Minâncora!
:-)
Michelle Wendling
Mais um filho que nasce! Este deeeeeeeeeu trabalho, mas ficou show! É nessas horas que tenho certeza de que vale a pena estar aqui...