Mostrando postagens com marcador Tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tempo. Mostrar todas as postagens
Michelle Wendling
Well, depois de quase três meses, estou de volta por aqui... Tem me faltando inspiração para escrever ultimamente...

Tenho vivido quase que no piloto automático, sem assunto, sem novidade... Desde que 2009 terminou, fiquei na expectativa de que o novo ano seria bem diferente. Esperei, esperei, esperei... nada aconteceu até agora. E como o tempo passa rápido, mesmo quando ficamos apenas esperando ele passar. Tenho a sensação de que rapidinho eu vou perceber que já passei da mateda da vida, sabe?! As vezes lembro quando eu era criança (ontem!) e minha mãe tinha apenas vinte e poucos anos. Hoje ela tem cinquenta. Então, amanhã eu vou abrir os olhos e vou ter cinquenta???
MEDO!

Cheguei numa fase em que tenho que fazer escolhas pra tudo. Isso implica abrir mão de coisas que eu queria, mas que por uma razão ou outra eu vou precisar deixar pra trás ou fazer de uma maneira diferente do planejado. E eu não sei conviver com mudança de planos, definitivamente...

Já dizia o ditado: se ficar, o bicho pega, se correr, o bicho come. Ó ceus!!!
Michelle Wendling


Que saco, mas não consigo não ler o meu horóscopo diário.... Mania de taurina de querer controlar o universo...


Hoje, ele diz que vou enfrentar um período de crise que começa mais ou menos 3 meses antes do meu aniversário e vai até 3 meses depois. Meio ano de crise????? Cruzes, por que eu ainda leio isso????

Xó, astros!
Michelle Wendling
E 2010, enfim, chegou...


Esperei muito a passagem deste ano, como se de fato ele significasse um marco, um encerramento de uma fase. Os últimos dois anos foram para mim épocas de muita transformação. De repente, repensei tudo na minha vida e vi que tinha muita coisa fora do lugar. Acho que fui vivendo muito o hoje, apenas na intuição e, quando vi, estava onde não queria estar. Deixei a vida me levar, e ela, então, me levou, mas eu não gostei muito de lá, não... Foi quando eu me perguntei o que eu queria mesmo para minha vida, aonde eu queria chegar com tudo, o que era mesmo prioridade ou apenas um capricho. Nessa reflexão toda, cheguei à conclusão que estava sendo falsa comigo mesma em alguns aspectos. Um destes pontos foi a questão profissional. Percebi que eu espero muito menos da minha rotina profissional e muito mais da utilidade que isso traz. Por exemplo: eu me mato de trabalhar, me estresse, engulo sapos do tamanho de girafas, não ganho o que eu acho que mereço e, no fim, sobra muito pouco de compensação. Sobra pouco porque o resultado do meu trabalho se traduz em um número qualquer de um relatório fajuto que, no fundo, não diz nada. É isso.


Lembro que quando trabalhava no jornal, apesar de ter diversas queixas e frustações quanto a salário, plano de carreira e etc, eu saia de lá com um sentimento bom de saber que o que eu fiz hoje será aproveitado pelas pessoas amanhã. Assim, eu enxerguei o que eu quero de verdade. Quero fazer algo pelo qual me orgulhe.


***
2009 foi o ano da revolução. Iniciei grandes transformações, mas nada ainda está acabado. Em algumas coisas, a falha foi minha. As vezes sou muito realista, e isso me acomoda. Preciso aprender a voar mais longe. Talvez, se eu tivesse acreditado mais em mim, estivesse mais próxima do que eu quero. Então, vou lutar para que este ano se traduza em consolidação. Quero fazer as coisas acontecerem e vou me dedicar a isso!

***
Mudei o blog! Versão 2010, bem happy! :-)
Só ficou um tal de "undefined" acima de cada post que não sei como arrumar... Oi, muito prazer, sou uma ameba tecnológica! :-S
Michelle Wendling
Há 10 anos atrás...

1. Eu ia para a escola
2. Eu ia para o cursinho
3. Eu não tinha celular
4. Eu queria ser jornalista
5. Eu brigava com minha mãe para poder sair ou viajar com os amigos
6. Eu namorava o Marcelo
7. Eu via Faustão
8. Eu só usava tênis preto tipo botinha da Reebok
9. Eu vivia como se não houvesse a próxima década
10. Eu não pensava no depois
11. Eu adorava ler Zero Hora
12. Eu comia um pacotinho de Skitles todo sábado
13. Eu almoçava com meu pai todo sábado
14. Eu não usava salto alto
15. Eu jogava paciência no computador
16. Eu ouvia Paralamos do Sucesso
17. Eu via novela das seis, das sete e das oito
18. Eu não conhecia nada acima de Santa Catarina
19. Eu adorava comer no MC Donald’s
20. Eu estudava inglês
21. Eu tinha uma cadelinha
22. Eu juntei R$ 47 reais da minha mesada para comprar meu vestido de formatura


Há 5 anos atrás...
1. Eu trabalhava no jornal
2. Eu me divertia trabalhando
3. Eu trabalhava nos finais de semana e feriados
4. Eu ganhava pouco
5. Eu ganhava hora extra
6. Eu tinha medo do seu Otávio
7. Eu tinha muitas amigas
8. Eu queria casar
9. Eu queria ter minha casa
10. Eu não suportava mais minha casa
11. Eu ia no cinema duas vezes por semana
12. Eu entrevistava gente legal
13. Eu entrevistava gente chata
14. Eu tinha tempo para fazer minhas coisas
15. Eu aproveitava mal o meu tempo
16. Eu lia O Sul e a Zero Hora
17. Eu ouvia de tudo
18. Eu tinha celular de cartão
19. Eu usava a Internet
20. Eu descobri o Orkut
21. Eu estudava francês
22. Eu queria conhecer o mundo


Hoje...
1. Eu trabalho muito
2. Eu não ganho hora extra
3. Eu quero ganhar mais
4. Eu fico irritada no meu trabalho
5. Eu tenho celular touch screen
6. Eu não vivo sem internet
7. Eu tenho blog, Orkut, Twitter, Facebook e LinkedIn e a maior preguiça de atualizá-los
8. Eu só vejo novela das oito (e adoro)
9. Eu faço terapia
10. Eu escuto o que eu gosto no meu Ipod
11. Eu adoro os filmes do Harry Potter, Crepúsculo etc
12. Eu odeio frio
13. Eu quero sair de Porto Alegre
14. Eu estudo para ser diplomata
15. Eu não tenho tempo
16. Eu adoro ler blogs
17. Eu quero morar em Vancouver (se não der, Paris já serve)
18. Eu tenho um marido (moço muito legal, ele!)
19. Eu tenho uma gatinha
20. Eu tenho uma casa, que as vezes não parece minha casa
21. Eu tenho pais separados
22. Eu conheço o Michael Dell, o Lula e o Gianechini pessoalmente
23. Eu não sei onde vou estar daqui 10 anos
Michelle Wendling
Esses tempos li numa dessas colunas sobre astrologia (heheheh, adoro!) que o ano de 2009 era o encerramento de um ciclo de sete anos. Por isso, seria um ano bastante agitado para a maioria das pessoas, com mudanças profundas. Parando para pensar nos meus últimos sete anos, realmente este ano parace finalizar uma era. De lá para cá, tive a sorte de ter muitas realizações pessoais e profissionais durante um longo tempo. Mas, como tudo o que é bom, um dia acaba. Chegou aquele momento em que parece que tudo parou, que a vida ficou estagnada, monótona. Tenho facilidade de me entediar com as coisas, então este processo se tornou ainda mais penoso. Sou movida a novidades, a planos e sonhos mirabolantes, e 2008 foi um ano muito chato. Acho que o foi o primeiro ano que terminou com essa estranha sensação de que nem deveria ter começado. Por outro lado, essa monotonia toda me fez parar para pensar no que eu era de verdade, sobre o que eu queria da vida e o que me preenchia. Percebi que as coisas estava todas erradas, ou quase todas, que eu jamais seria aquilo que eu me esforçava para ser, e que na tentativa de agradar gregos e troianos eu não agradava ninguém, muito menos a mim. Parecia que eu estava presa numa vida que não me bastava. Então, era preciso mudar. Neste processo de descobertas e mudança, embolou o meio de campo. Fica difícil a gente indentificar o que é preciso mudar quando aparentemente tudo está fora do lugar. Mas, de tanto pensar sobre tudo, absolutamente tudo, parece que o cérebro cansou e deu um tempo. No meio do silêncio surgem algumas respostas e um pouco de paz. Talvez ali eu tenha realmente me descoberto. Enfim, quando 2009 começou, achei que seria um ano tão chato quanto o anterior. Essa falta de motivação me martirizou por meses, e a sensação de que nada fazia sentido foi o pior sentimento que poderia ter. Mas enfim, aos poucos, as coisas se ajeitam, né!? Mudei absolutamente tudo sem mudar absolutamente nada, hahahahah! Isto tudo está sendo uma libertação!! No fundo, para mudar a vida, não é necessariamente preciso mudar as coisas de lugar. Basta enxergar o mundo de outra forma para que ele responda de forma diferente também. Minha terapeuta sempre diz que a teoria da ação e reação é certeira. E é mesmo... Pequenas mudanças estão gerando grandes transformações, não apenas em mim, mas em todos a minha volta. Viver é incrível, não? Que se inicie o próximo ciclo dos sete anos então!!!!
Michelle Wendling
Tem coisas que surgem à nossa frente como se fossem feitas sob medida pra gente, mas são mero acaso... Isso me impressiona muito, e hoje foi o que aconteceu. Entrei no blog de um ex-colega de pós que é artista plástico, para dar uma olha num trabalho bem bacana que ele fez, e lá tinha um texto de um conhecido dele falando de como a gente está sempre se despedindo de alguma coisa, de coisas ou pessoas que talvez nunca mais vamos ver. Isso sempre vem à minha cabeça, pois sofro com estes pequenos "adeus" que a vida nos impõe. Pois bem, logo abaixo deste post tinha um outro, no qual o colega falava de como estava sendo a vida em Vancouver. Nooooossa, eu amo esta cidade! Tenho quase uma relação nostálgica com ela, lembro de cada detalhe dos quase 30 dias que passei naquela terra geloada e nem cogito a hipótese de nunca mais voltar lá. Aliás, este foi um compromisso que assumi ao ir embora: voltar, um dia. Essa saudade do que passou, e do que nem faz tanto tempo assim, as vezes me corrói. Vivo como se já tivesse 80 anos, como se tudo fosse um passado meramente de lembranças, tão distante... Mas me reconforta perceber que a vida é isso, pra todo mundo, e que há uma vida inteira para desfrutar. Como diz minha terapeuta, "a vida é movimento". O fardo de viver o desapego é grande demais para uma taurina típica, mas estou aprendendo! :-) Abaixo, o texto que me inspirou: **** Até breve. Existem pessoas que você nunca mais vai ver. Existem lugares em que você nunca mais vai estar. Por mais que volte a ver ou estar, jamais será da mesma maneira. E é inevitável: o tempo sempre vai se encarregar de transformar a saudade em mera lembrança. Mas quando você deixa um pouco de si, vivendo intensamente o agora, inconscientemente vai levá-lo consigo. É como se cada lugar ou pessoa que fez diferença em sua vida, deixasse um registro, uma fotografia de seu brilho natural - nem sempre visível, mas sempre presente. Basta que você consiga percebê-lo, e com o tempo, terá um álbum de estrelas. Allan Castro
Michelle Wendling
"27º outuno....e em breve mais uma primavera! Fazer aniversário é assim mesmo....perdemos um pouco de nós, do nosso tempo...que vai passando...e ganhamos novos ramos, folhas..e a beleza das flores..."
Um grande amigo me disse isso hoje. É bem isso.
Minha crise dos 30 chegaram antes e sei que um grande ciclo da minha vida se encerrou aos 26. É difícil perceber que o mundo ensolarado em que eu vivi todos estes anos morreu dentro de mim.
As folhas secaram e caíram, ficaram monocromáticas.
Enfim, a vida adulta bateu à porta e eu deixei ela entrar.
Mas estou feliz!!! E pronta para curtir as delícias das próximas estações...
Michelle Wendling
Você pensa que ser perfeita é a soluções dos seus problemas, antes mesmo de saber que eles vão existir. Portanto, opta por ser correta, ética e, acima de qualquer coisa, preservar aqueles que ama. Dedica longos anos a moldar a personalidade de alguém doce, cordato e permissivo, enquanto enterra sua natureza questionadora e impulsiva dentro da própria alma. O oposto de você está lá o tempo todo, errando, colocando o dedo na ferida e pisando nos calos doídos dos que te rodeiam. E estes, por sua vez, não são nada egoístas: compartilham com você toda a raiva que não podem esguichar no outro. Pelo bem de todos (e do seu próprio ego), você assume a intriga para si, digere devagarzinho toda a ira coletiva que simplesmente finge não existir... O final da história grita na sua frente desde o início, mas você não quer ver. Dispõe de grande parte de sua energia para construir um castelo que desmorona a cada noite mas, incansável, você o recomeça todas as manhãs. O que te move é a certeza inconsciente que o dia D vai chegar e, de forma mágica, olhos cegados pelos próprios donos irão enxergar divinamente aquilo que chamamos de verdade. O dia chega, passa, mais outros passam. Parte da sua vida passa... até que tudo enfim se torna claro e transparente. Não é nada, é só o fim da inocência inventada por você mesmo, mas dói... Dói perceber que o tanto de raiva que você tomou emprestado, e mais o tanto que você criou sozinha, é um problema só seu. Pronto! A generosidade dos que tinham raiva foi-se embora, e voc~e ficou lá, inchada, cansada e sozinha. Ninguém se importa. Afinal, todo o medo e covardia de enfrentar uma sucessão de erros foram despejados em mim. Para o resto, sobra apenas uma lembrança desconfortável que, de tão inadequada que sou, faço-os lembrar. Mas o medo de ferir os que amo persiste em um último suspiro, tento passar por cima de tudo, mas não dá. Não sou tão forte assim e também não quero ser. Agora, a guerra é mesmo minha: colher os pedaços do eu que sobrou e formar uma pessoa de novo. A cara e o coração de boneca morreram para sempre, mas vai ser melhor assim. No fundo, só me trouxeram dor e solidão. Hoje sou apenas eu, só eu e a minha história imperfeita. Isso ninguém arranca. Ninguém, nem os que amo, nem os que odeio. E é só isso que importa agora. Eu. Ninguém mais além do eu de mim que sobrou.
Marcadores: , 0 comentários | edit post
Michelle Wendling
Sempre fui do Verão. Para mim, os dias frios e chuvosos do inverno eram uma tortura sem fim. Já os primeiros indícios de que a primavera se aproximava eram suficientes para que a pessoinha aqui ficasse bem humorada e alegre. Pois é, o improvável aconteceu. Comecei a gostar do inverno. E não é porque o nosso verão é quente e úmido, pois passo grande parte do tempo no ar-condicionado, mas é porque passei a enxergar o frio de outra forma, bem mais agradável. Resumindo, as duas estações extremas têm seus prós e contras. Mas eu só via os prós do verão e os contras do inverno há algum tempo atrás. Mas acho que depois de conhecer o Canadá no inverno, mudei um pouco a minha visão. Sim, esquiar na neve, patinar no gelo e tomar café do Starbucks na estação do trem têm seu charme!!! Pena que nada disso acontece em Porto Alegre... Mas, de qualquer forma, comecei a apreciar os primeiros ares gelados no início de maio, as tardes de domingo embaixo do edredom, regadas a chocolate quente e dvds de Lost. Eeeeeeeeeita, coisa bem boa!!!!!
Michelle Wendling
Era uma vez uma menina que acreditava em seus sonhos. Não chegavam a ser sonhos irreais, daqueles que só ganhando na Mega Sena, mas eram sonhos. E ela ficava pensando em como tudo seria quando os tivesse conquistado. Pouco a pouco, ela realizou seus sonhos.... Sim, foi muito bom conseguir realizá-los!
Um certo dia, a mocinha acordou angustiada... Outro dia, e a mesma sensação... E outro, e outro....
Não querendo mais olhar o mundo lá fora, ela olhou para dentro... e viu o vazio. Um profundo e imenso nada, cheio de coisa alguma e perspectivas nulas. Revirou tudo até encontrar, no meio da bagunça invisível, um fiozinho de vontade. Era o suficiente para costurar um sonho gigante, enorme, daqueles que parecem impossíveis. Talvez nem ela acredite que possa alcançá-lo. Mas não importa. Nada mais importa... Agora tudo voltou a fazer sentido para ela.
Michelle Wendling
Janeiro, fevereiro e março Você começa o ano tentando entender o significado do amor em sua vida. Esse processo já teve início em 2008 e continua por alguns meses. Além do amor, janeiro será um mês para testar seus conhecimentos superiores e sua religiosidade. Durante todo ano, você pode esperar por sucesso e projeção social e profissional. Neste ano, ficará conhecido por sua capacidade profissional - fevereiro será um mês decisivo para isso. Prepare-se. Em março, pode esperar por novas e importantes amizades que irão colaborar muito para sua ascensão profissional.

Abril, maio e junho O mês anterior ao seu aniversário é sempre de queda de energia e alguns obstáculos que devem ser ultrapassados com tranqüilidade, sem desgaste. Em maio, procure estabelecer metas bem claras e manter o foco de sua energia, para não perdê-la. Sua energia continua baixa, apesar de seu aniversário já ter passado. Portanto, poupe-se o máximo que puder. Em junho, você retoma suas energias e prepare-se: o amor está ao seu lado durante todo mês. Se estiver só, certamente encontrará seu amor.

Julho, agosto e setembro Julho será um ótimo mês para fazer algum curso de especialização que possibilitará maior crescimento profissional. Boa fase também para estar ao lado de amigos e irmãos. Cuide de sua mania de fantasiar as relações, mantenha os pés no chão. Em agosto, você, como bom taurino, vai preferir repor suas energias dentro de casa, com pessoas próximas e queridas. O amor volta a tomar conta de suas preocupações, mas ainda estará em alta durante todo mês de setembro. Faça algumas mudanças em seu ambiente doméstico.

Outubro, novembro e dezembro O amor será reavaliado e vivido com maior profundidade durante o mês de outubro. Você estará mais prático, e algumas questões serão solucionadas definitivamente, pois a partir de novembro o foco da sua atenção passa a ser o trabalho e a saúde. Uma nova fase tem início, e você sentirá necessidade de maior organização nesses dois setores de sua vida. Em dezembro, você começa a perceber que a vida emocional mais profunda precisa de descanso. Um retiro ou a prática de meditação podem ajudar muito. Fonte: Terra

Será???

Michelle Wendling
Que eu não apenas passe pelo novo ano, mas o viva os 365 dias que ele oferece Que no fim, eu o tenha vivido com todas as dores e delícias que a vida traz E que na próxima virada, eu tenha orgulho e alegria por tudo que, mais uma vez, passou
Michelle Wendling
"Eu não tenho tempo de ter... O tempo livre de ser... De nada ter que fazer... É quando eu me encontro perdido nas coisas que eu criei... E eu não sei... Eu não vejo, além da fumaça, o amor e as coisas livres, coloridas Nada poluídas!" (Paralamas do Sucesso)
Vontade de sair correndo desta sala de tons "cinza nublado"... Vontade de ignorar que preciso terminar este artigo chato sobre Value-added Resellers, que conseguiu aterrissar na minha mesa (digo, no meu Outlook) na versão “Português de Portugal” e que, as usual, é “urgente” (mas que o chefinho já sabia DESDE JULHO e "esqueceu" de encaminhar).... Vontade de jogar o sapato longe e ir andando, a pé mesmo, pela ponte na qual passo todos os dias mas pouco admiro a paisagem. É legal ver no fim da tarde quando o sol já está baixando... Vontade de atracar em uma rede qualquer, sentindo a brisa do fim do dia, e ficar lendo um livro que faz meses que abandonei, ou uma revista dessas de fofoca... Ai ai... as vezes até que eu queria ter vida de dondoca...