
Mais um filho que nasce!
Este deeeeeeeeeu trabalho, mas ficou show! É nessas horas que tenho certeza de que vale a pena estar aqui...

Mais um filho que nasce!
Este deeeeeeeeeu trabalho, mas ficou show! É nessas horas que tenho certeza de que vale a pena estar aqui...
Vontade de sair correndo desta sala de tons "cinza nublado"...
Vontade de ignorar que preciso terminar este artigo chato sobre Value-added Resellers, que conseguiu aterrissar na minha mesa (digo, no meu Outlook) na versão “Português de Portugal” e que, as usual, é “urgente” (mas que o chefinho já sabia DESDE JULHO e "esqueceu" de encaminhar)....
Vontade de jogar o sapato longe e ir andando, a pé mesmo, pela ponte na qual passo todos os dias mas pouco admiro a paisagem. É legal ver no fim da tarde quando o sol já está baixando...
Vontade de atracar em uma rede qualquer, sentindo a brisa do fim do dia, e ficar lendo um livro que faz meses que abandonei, ou uma revista dessas de fofoca...
Ai ai... as vezes até que eu queria ter vida de dondoca...
Cansei de ser boazinha... Definitivamente, a questão não é o dinheiro. Mas que o título deste livro é uma sentença verdadeira, é! Mas tudo bem, um dia eu vou aprender. Se eu enriquecer, já sabem! É porque terei aprendido a lição...
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Perplexa... É a palavra que melhor define minha reação a ver que tem pessoas que SÓ apostam na mentira para resolver as coisas. Colocam lágrimas em olhos secos com a cara de pau de quem realmente vive a sua própria mentira... Minha satisfação é saber, que no fundinho, todos sabem, inclusive ela...HAHAHAHAHA (risadinha maligna)
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'Cause you can't come back Once you're lying in the broken glass And I hope, you get to hear me say Who gets the last laugh now? (Lies!) Living in a fantasy (Lies!) Don't even know reality (Lies!) When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!) Don't even wanna know the truth (Lies!) The devil has his eye on you, girl When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)*******
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"... Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo. Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a idéia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar. Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante. E na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer o meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços." Martha Medeiros
Dizem que o melhor lugar do mundo é sempre a casa da gente... Será? Acho que o melhor lugar do um mundo é estar onde queremos estar... não necessariamente a nossa casa. Para uma pessoinha como eu, que adora viajar, sair, passear (e demais verbos de ação), a casa é onde eu sempre espero encontrar paz.
Por isso, ando com uma vontade louca de arrumar as coisas, investir no meu cantinho e finalizar o que ainda não foi terminado... Ando tão empolgada em ajeitar tudo do jeito que eu quero, escolher cada objeto, colocar no lugar e curtir...
Quero que dentro da minha casa tudo seja do modo que eu idealizei, pois fora dela, tenho que saber lidar com coisas que gostariam que fossem diferentes.
Et Voilá!
a semana.
Saio correndo do trabalho, mas o trânsito não ajuda.... Mas quem se importa, é horário de Verão. É dia...
Enfim, estamos na Feira do Livro!!! Oba!
Coisa boa fazer um programa light e cultural no fim do dia. Incrível como um passeio sem compromisso, sem horário, sem roteiro pode trazer um pouquinho de paz. Isso, pra mim, é felicidade. É aquele momento simples e íntimo que a gente idealiza estar do lado de alguém especial, que faz a gente se desligar do “caos urbano” por uns minutinhos... Até o prato light de salada tem outro sabor... torna-se um banquete! Adorei!
Livros? Ah, sim...
Obs.: O Poeminha do Contra aí de cima é para mandar para a puta que pariu aqueles pensamentos tolos que teimam em se fazer presente... Xôoooooooo!