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Michelle Wendling


Que saco, mas não consigo não ler o meu horóscopo diário.... Mania de taurina de querer controlar o universo...


Hoje, ele diz que vou enfrentar um período de crise que começa mais ou menos 3 meses antes do meu aniversário e vai até 3 meses depois. Meio ano de crise????? Cruzes, por que eu ainda leio isso????

Xó, astros!
Michelle Wendling

Têm pessoas com vocação para pagar mico. Eu sou uma delas. Não é brincadeira, não. Eu atraio toda e qualquer tipo de situação constrangedora, embaraçosa, além de ser estabanada, atrapalhada e o Murphy viver grudado na sola do meu sapato. A questão é que tudo, do básico da micagem ao supra-sumo do impossível, acontece comigo. Só comigo. O TÁXI Em viagem a São Paulo, colecionei uma dúzia destas situações para a minha coleção, da qual não me orgulho nenhum um pouco, embora as vezes pareça engraçado. Bom, para começar, tenho sérios problemas com táxi. Sim, a maioria das pessoas entra, diz o endereço e em algum tempo chega ao seu destino. Comigo, a história é mais longa. Na primeira vez, pedi para ir a Casa Cor. Lógico que o taxista não tinha ideia do que se tratava, mas se informou com um colega e disse que era no Jóquei. Beleza, let’s go! Juro que vi uma plaquinha escrito “Joquéi à esquerda”, mas o motorista virou à direita. Lá pelas tantas, viu que não sabia onde estava (e o maldito taxímetro rodando que era uma beleza). Voltas e voltas depois, o Marcelo “sugeriu” que ele perguntasse a... um taxista. Dito e feito, a pobre da vítima era muda!!!! E ficou lá, gesticulando segundo intermináveis até que alguém veio socorrer! Ok, tem mais uma. Pedimos a outro taxista para ir ao Ibiapuera. O veinho estava faceiro que só, pois aquela era a última viagem dele com aquele carro, com o qual ele teve “muita sorte”. Minutos depois, após longa discussão sobre “sorte” e “superstição”, o automóvel apagou no meio da rua. Com a maior cara-de-pau, ele disse que tinha faltado gasolina!!!! Afff... só sei que andei uns três quilômetros na banguela, a dois por hora naquela avenida caótica da metrópole! Pior foi quando ele parou no posto e pediu 5 pilas de álcool!!! Ui, queria virar uma dalit naquele momento, e ser apenas a poeirinha do pé do Brahma! Ok, devidamente abastecido, continuamos a viagem até o final. Quando saímos do carro, percebi que algo tinha ficado para trás. Era o veio e o carro da sorte, que pelo visto estava com algum problema a mais além da falta de gasolina! Depois de uns 10 minutos, espiei entre as frondosas árvores do parque, e ele continuava no meio da rua! :-S O CONSULADO Outra boa é a minha saga no Consulado. Eitaaaaaaaa pessoa com problemas motores como eu! Naquela pressão de “TENHA A FOTO EM MÃOS, TENHA OS FORMULÁRIO I-157 E A-129 EM MÃOS, PREENCHA TODAS AS LACUNAS ANTES DE PEGAR A SENHA”, tentei deixar tudo organizado, “em mãos” e por ordem. Pronto, foi a mulher pedir a foto que ela já caiu no chão, junto com um dos formulários, e virou uma zona!!! Tentei ser rápida e pegar outra foto no envelope, e a mulher já fazendo “mó” cara de manga pra mim. Ahhh, vai se catar! Eu tenho problemas, e ponto! Decidi catar meus papeizinhos só na hora em que pedissem, e tudo fluiu bem de resto! A CANETA Mas a pior de todas foi a caneta! Lógico que não lembrei de levar caneta ao Consulado, e precisei preencher à mão várias coisas na hora! Por sorte, procurei no buraco negro que é minha bolsa e achei uma. Na hora, um grande alívio, mas logo fiquei em pânico. A caneta estava completamente “envolta” em uma massa esverdeada, com alguns pedacinhos de papel branco e azul. Era o resquício do que, um dia, havia sido um Trident. O fato é que a Caneta estava uma caca, um nojo, mas enfim, escrevia. Toda mocoziada, perdi meu privilegiado lugar em frente ao painel eletrônico das senhas para me esconder enquanto preenchia um envelope. Não adiantou. A Lei de Murphy pegou geral, e todo mundo resolveu pedir ajuda a pessoinha aqui. Primeiro veio um analfabeto, pedindo para eu preencher o envelope para ele! Ok, tive que fingir que não estava vendo a nojeira da caneta enquanto preenchia os dados na frente do cara. Mas tudo bem, ele ficou eternamente agradecido. Depois, uma menina do meu lado PEDIU A CANETA EMPRESTADA!!!! Afff, eu não tinha o que fazer, ela viu eu escrevendo, não tinha como negar! Daí, não teve jeito, tive que avisá-la, em alto e bom som, que havia chiclete na caneta... :-(

Michelle Wendling
STF derruba a necessidade de diploma para ser jornalista O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem, por oito votos a um, que é inconstitucional a obrigatoriedade do diploma de nível superior específico para o exercício da profissão de jornalista. O voto de Gilmar Mendes, relator e presidente do Supremo, foi de que é dispensável o diploma para garantir o exercício pleno das liberdades de expressão e de informação. O voto de Mendes foi seguido pelos demais ministros presentes, menos por Marco Aurélio Mello.
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Tomara que um jornalista sem diploma atropele esse Gilmar e os outros que votaram a favor desta palhaçada! Não falo por mim, porque sou formada em jornalismo, mas porque me envergonha fazer parte de um país que fala que precisa investir em educação para crescer como nação, enquanto toma atitudes que só a desvalorizam.
Essa turma é um bando de imbecis, que não sabem sequer defender sua posição! Falam em liberdade de expressão para sustentar seu ponto de vista, mas ninguém precisa ser jornalista ou exercer a profissão para dizer o que pensa. Blog, Twitter, Orkut e diabo existem pra quê? Qualquer um hoje fala o que quer, tem meios acessíveis para isso, e assim temos a tal liberdade almejada.
Agora, fazer uma reportagem, ou se responsabilizar pela imagem pública de uma empresa, não é uma questão de liberdade de expressão. É uma questão profissional, como qualquer outra, que exige preparação, responsabilidade e, acima de tudo, credibilidade. Eu não leio jornal para saber o que o jornalista está pensando!!!!!! Pelo contrário! Jornais extremamente partidário costumam ser criticados justamente por isso, por só mostrar o lado que lhe interessa. As pessoas querem, e precisam, ser bem informadas, e existem técnicas de comunicação para isso, que certamente este ignorante desse Gilmar desconhece.
É uma pena que o estudo e a especialização profissional não sejam valorizados por muitos. O ensino, de um modo geral, é falho no Brasil sim. Mas eu continuo acreditando que o conhecimento nunca é ruim, nunca é demais, muito menos é insconstitucional.
Michelle Wendling
Perder meio quilo em três dias: não tem preço.
Dar uma encontadinha num carro mal estacionado na saída da academia: R$ 510
:-(
Michelle Wendling
Juro, perante todos que por ventura passem por este blog, que eu NUNCA MAIS faço assinatura de revista nenhuma, de nenhuma editora, pelo resto da minha vida! Amém!!!! Sério, este país é uma piada de péssimo gosto!!!! Terra de ninguém!!! O que é isso???????? A pessoa aqui está há DOIS MESES ligando e mandando emails semanais para a EDITORA ABRIL para cancelar uma porcaria de revista (renovada automática por 2 ANOS sem o meu consentimento), e a resposta eletrônica que ela SEMPRE recebe qual é? "Cara Michelle, Esclarecemos que sua solicitação foi direcionada ao departamento específico para que as devidas providências possam ser tomadas. Por esse motivo, você receberá uma resposta em breve. Permanecemos à sua disposição." Já que a resposta em breve nunca chega, a pessoa desocupada aqui resolve ligar para o 0800. Fudeu!!!!! Liguei uma vez: passei por mil pessoas até chegar a alguém disposto a cancelar a minha assinatura (sim, no Brasil, o atendente e a empresa tem que acordar de boa vontade para trabalhar e fazer o que o cliente pede). Tudo parece resolvido, até... 1º débito no cartão de crédito de uma assinatura aparentemente cancelada: 17,06 reais! Merreca, eu sei, mas é meu e eu faço o que quero com o dinheiro. E o que eu quero fazer não corresponde com comprar esta revista!!!!! Liguei pela segunda vez: expliquei toda a situação e, again, o atendente disse que cancelou. A burra fez de conta que acreditou.... Mas, com a pulga atrás da orelha, consultou o SAC Online da ilustríssma editora, e lá constava a assinatura como renovada. Liguei pela terceira vez, totalmente fora da minha habitual paciência. A atendente de "Renovação" atendeu e eu só falei: CANCELAMENTO, POR FAVOR. Ahhhhhhhhhhhhhhh, a palavra mágica foi dita!!!!!! (e não era o "por favor", pasmem). A partir de então, começou a prova de resistência do Big Brother da minha vida real... Forneça nome completo, data de nascimento e CPF... forneça agora endereço, bairro, CEP... e agora email, revista que quer cancelar... só um minuto por favor... ahhh, falta o código do assinante!!! Tudo bem, já decorei TODOS estes dados e despejei em cima da criatura.... "Ok, senhora, aqui no seu cadastro consta que sua assinatura foi renovada por 2 anos".... ESTA PORRA DE CADASTRO NÃO MOSTRA QUE QUE CANCELEI ESTA PORCARIA DE REVISTA POR DUAS VEZES, NÃO????????????????? Pronto, daí vem a pérola do "serviço de atendimento ao consumidor": "a senhora não precisa menosprezar a nossa empresa, que é muito idônea" O QUE???????????? VOCÊS LERAM ISTO?????????????????? É o cão me mandando passear!!!! Mas calma, tem mais!!! "efetivado o cancelamento", a pessoinha, ligada nas novas regras de call center, pede o número de protocolo do atendimento, para confirmar o cancelamento (caso precise posteriormente... sabe como é, né!). Eis a resposta: "a editora Abril não participa das novas regras". VOCÊS OUVIRAM ISSO DE NOVO??????????? Existe lei, mas eu cumpro se eu quiser??? Desisti. Caso não estornem meus míseros 17,06 reais em 5 dias úteis (prazo informado pela execelentíssima editora Abril, que deveria se chamar Editora 29 de Fevereiro), vou ao Procon. Vou gastar mais indo até lá e formalizando o processo, mas não vou deixar meus 17,06 com eles. Ahhhhhhhhh, não vou mesmoooooooooooooooooooooooooo!
Não é a toa que Abril rima com PQP!!!
Michelle Wendling
Nossa, li agora um texto no blog Corporativismo Feminino que colocou para fora tudo o que penso sobre um assunto: mães. De fato, toda e qualquer mãe se gaba dos enjôos da gravidez, das dores do parto, e blá blá blá... como forma de se colocarem como seres superiores e inquestionáveis. E todo mundo finge que ser mãe é sempre a melhor coisa do mundo, que o amor entre mãe e filhos é incondicional e... blá blá blá, mais uma vez. Eu, com a minha experiência, sei que mães erram, magoam, e podem ser cruéis se quiserem. Claro que há concessões, bons momentos, doses de orgulho e paciência, mas cada pessoa é um ser único, com suas próprias formas de amar, incomparáveis a de qualquer outro ser. Para mim, é isso. Eu sei exatamente quem eu amo ou não amo. Sei o que posso oferecer a cada um, e o quão intenso é cada sentimento. Se é mais sublime, incondicional ou superior à “média da sociedade de mitos”, pouco importa. Por isso, sou incapaz de dizer “eu sou a pessoa que mais te ama no mundo”. Não, eu não posso dizer isso, simplesmente porque eu não sei o que os outros sentem. Sei apenas o que EU sinto... que eu amo muito... e ponto.

Se mãe e pai fosse santos, não tinha notícia de criança sendo jogada pela janela nos jornais.

Michelle Wendling
Queria acreditar que a delicadeza, o respeito e a boa educação prevalecem, que no fundo é bom relevar certas coisas, ter paciência e ser compreensiva. Queria acreditar que tudo isso vale a pena, que no fim a recompensa sempre vem...
Não, ela não vem, é o que os dias têm me mostrado. A vida de novela, onde o vilão sempre morre ou enlouquece sozinho, só existe na televisão mesmo. As vezes me vem uma vontade de chutar o balde para certas coisas, agir em meu próprio benefício apenas. Danem-se os outros. Mas me falta coragem. Sempre concluo que, um dia, o que está errado virá à tona e se concertará por ordem natural. E que seu eu fizer algo fora da minha própria moral, vou me arrepender. São resquícios dessa cultura católica que faz a gente sentir culpa de tudo, de achar que temos que ser bons e generosos com os outros em qualquer circunstância.
A questão é que o mundo é um caos. Uns sobrevivem por sorte. Outros, por malandragem. É preciso apostar em um dos dois caminhos. Não é preciso ser bom, ou mal, para realizar ou conquistar certas coisas. basta ser inteligente. Cada um com a sua verdade.
Michelle Wendling
Dormi mal para caramba esta noite, com caraminholas na cabeça. E quando o sol raiou, estava querendo fazer as pazes com o travesseiro. Matei a academia e levantei depois das 8, atrasada, mal humorada e com cara de derrotada o suficiente para ter certeza de que o dia ainda promete! Para ter uma idéia, meu humor hoje chegou facilmente a picos de 8 pontos na escala Richter (considerando que 9 pontos podem causar um Tsunami...). Affffffffff... Indo para Eldorado city, um pentelho de sinaleira resolve “limpar” meu vidro. Posso afirmar veementemente que ele ESTAVA limpo antes da figurinha aparecer. Com essa carinha de “moça legal” que eu tenho, é lógico que o piá não deu nem bola para a minha tentativa de dizer “Não, Obrigada”, e lá foi ele com aquele pano encardido há mais de década lambuzar meu pára-brisa. “Ok”, pensei. “Sou altruísta o suficiente para não dar importância o fato. Fica aí perdendo o teu tempo por que não vai rolar moedinha não, guri”. Foi o que fiz, convicta que sou! Liguei o FODA-SE e parti quando a sinaleira abriu, mas antes tive que ligar o limpador de pára-brisa, pois depois da “boa ação” do moleque, meu grau de miopia aumentou vertiginosamente. Enfim, cheguei ao fantástico mundo de Michael com aquela cara de sono e poucos amigos. Tinha uma encomenda para mim na recepção. Fui buscar. A sorte é que o colega de SP avisou o que tinha dentro da caixa, porque naquela montoeira de papel picado (neurose do japa com medo de quebrar um troféu de cobre maciço), eu parecia criança na piscina de bolinhas catando a Barbie perdida. Mas o que me interessava mesmo não era o tal troféu ganho pelo cliente (mais um para juntar pó na recepção), mas sim o presentinho que a chefinha trouxe da Tailândia!
Que fofo! Obrigada”, respondi em um email com a educação que a minha mami me deu. Mas não foi suficiente: tive que passar o óleo de peroba na cara e perguntar para que servia a “lembrancinha” (veja foto ao lado). Afinal, um potinho do tamanho de uma moeda de 1 real, com uma meleca verde dentro e com o maior cheirão de Gelol, não devia ser o que estava parecendo. No alto da minha finesse, continuei no email: “O potinho com cheirinho de menta seria um brilho labial?” Já dizia a música Eduardo e Mônica, “ela estudava alemão (leia-se Tailandês, neste caso), e eu ainda nas aulinhas de inglês”. Sim, a pessoa manda um presente pra lá de esquisito, em uma língua que eu nem sabia que existia, e ainda tenho que advinhar para que serve. Mas a resposta não demorou a chegar: “Meninas, antes que vocês façam uso errado, o potinho contém um balm milagroso, segundo os habitantes locais. Ele serve para picadas, alergias, espinhas, ou seja, é o bombril dos cremes.”. Ahhhhhhhhhhhh bom! Agora saquei, não era Gelol, era Minâncora!
Michelle Wendling
Brasileiro é foda! Tem horas que amamos ser brasileiros, nos orgulhamos da nossa união quando tragédias como a de Santa Catarina acontecem. Até presidiários abrem mão de um dia de alimentação para ajudar o estado. :-S Agora, tem horas que a minha vontade é jogar uma bomba neste país. Pô, por que tem tanta gente malandra aqui??????????? Alguém explica isso???? Todo mundo no congestionamento, e sempre tem aqueles dois ou três que passam pelo acostamento ou pelo corredor de ônibus como se fossem melhores do que os demais, como se a pressa deles fosse maior! Vão pro inferno, meu !!!!!!!!!!!!!!!!!! Sério, nestas horas perco completamente meu senso humanista e fico torcendo para que dêem com a cara no poste!
Michelle Wendling

Cansei de ser boazinha... Definitivamente, a questão não é o dinheiro. Mas que o título deste livro é uma sentença verdadeira, é! Mas tudo bem, um dia eu vou aprender. Se eu enriquecer, já sabem! É porque terei aprendido a lição...

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Perplexa... É a palavra que melhor define minha reação a ver que tem pessoas que SÓ apostam na mentira para resolver as coisas. Colocam lágrimas em olhos secos com a cara de pau de quem realmente vive a sua própria mentira... Minha satisfação é saber, que no fundinho, todos sabem, inclusive ela...

HAHAHAHAHA (risadinha maligna)

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'Cause you can't come back Once you're lying in the broken glass And I hope, you get to hear me say Who gets the last laugh now? (Lies!) Living in a fantasy (Lies!) Don't even know reality (Lies!) When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!) Don't even wanna know the truth (Lies!) The devil has his eye on you, girl When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)