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Michelle Wendling


Bom, agora, de layout novo, vou começar a atualizar os assuntos....

Pois bem, como a maioria sabe, no dia 15/01 me pai se formou em Ciências Contábeis na PUC. Além da alegria pela grande conquista dele, foi um momento muito importante e intenso. Ficou evidente para mim que a minha família seria diferente dali em diante.

Sempre fui o peixe fora d'água no meu círculo familiar, sempre fui reservada, sempre fui pouco dramática, sempre fui normal de mais. Fiz primeira comunhão e crisma, nunca fiquei em recuperação no colégio, casei com o primeiro namorado, comecei a trabalhar cedo, nunca cheguei bêbada de uma festa... Totalmente sem graça! Passei despercebida entre tanta gente complicada, traumatiza e sem rumo, e por várias vezes me orgulhei disso tudo, até o dia em que a gente começa a refletir por que é assim, por que é assado, e blá blá blá...

Sei lá, é como se eu descobrisse que posso deixar transparecer as minhas imperfeições, que eu posso ser mimada algumas vezes - afinal sou filha única mesmo e sempre fui tachada como tal -, que eu posso ser mal humorada, que eu posso ser inconsequente... Tudo isso dentro dos meus próprios parâmetros, condizendo com meus valores, que não mudaram agora e nem vão mudar.

Continuo achando que sou muito diferente da minha família, mas bem ou mal eu faço parte dela. Não tenho mais uma casa a qual eu possa dizer que é a casa da minha família, mas tenho pessoas que fazem, de alguma forma, parte do que eu sou, do bom e do ruim que eu carrego, e todos juntos fazem parte de um lar que eu vou precisar construir dentro de mim.

E isso tudo me fez ter ainda mais orgulho do meu pai. Sei o quanto ele também se sentiu fora de contexto muitas vezes, sei que poucos acreditaram que ele era capaz... Mas aos poucos ele conquista tudo o que  quer...

É assim que eu quero ser quando crescer! :-)

Michelle Wendling
E 2010, enfim, chegou...


Esperei muito a passagem deste ano, como se de fato ele significasse um marco, um encerramento de uma fase. Os últimos dois anos foram para mim épocas de muita transformação. De repente, repensei tudo na minha vida e vi que tinha muita coisa fora do lugar. Acho que fui vivendo muito o hoje, apenas na intuição e, quando vi, estava onde não queria estar. Deixei a vida me levar, e ela, então, me levou, mas eu não gostei muito de lá, não... Foi quando eu me perguntei o que eu queria mesmo para minha vida, aonde eu queria chegar com tudo, o que era mesmo prioridade ou apenas um capricho. Nessa reflexão toda, cheguei à conclusão que estava sendo falsa comigo mesma em alguns aspectos. Um destes pontos foi a questão profissional. Percebi que eu espero muito menos da minha rotina profissional e muito mais da utilidade que isso traz. Por exemplo: eu me mato de trabalhar, me estresse, engulo sapos do tamanho de girafas, não ganho o que eu acho que mereço e, no fim, sobra muito pouco de compensação. Sobra pouco porque o resultado do meu trabalho se traduz em um número qualquer de um relatório fajuto que, no fundo, não diz nada. É isso.


Lembro que quando trabalhava no jornal, apesar de ter diversas queixas e frustações quanto a salário, plano de carreira e etc, eu saia de lá com um sentimento bom de saber que o que eu fiz hoje será aproveitado pelas pessoas amanhã. Assim, eu enxerguei o que eu quero de verdade. Quero fazer algo pelo qual me orgulhe.


***
2009 foi o ano da revolução. Iniciei grandes transformações, mas nada ainda está acabado. Em algumas coisas, a falha foi minha. As vezes sou muito realista, e isso me acomoda. Preciso aprender a voar mais longe. Talvez, se eu tivesse acreditado mais em mim, estivesse mais próxima do que eu quero. Então, vou lutar para que este ano se traduza em consolidação. Quero fazer as coisas acontecerem e vou me dedicar a isso!

***
Mudei o blog! Versão 2010, bem happy! :-)
Só ficou um tal de "undefined" acima de cada post que não sei como arrumar... Oi, muito prazer, sou uma ameba tecnológica! :-S
Michelle Wendling
Há 10 anos atrás...

1. Eu ia para a escola
2. Eu ia para o cursinho
3. Eu não tinha celular
4. Eu queria ser jornalista
5. Eu brigava com minha mãe para poder sair ou viajar com os amigos
6. Eu namorava o Marcelo
7. Eu via Faustão
8. Eu só usava tênis preto tipo botinha da Reebok
9. Eu vivia como se não houvesse a próxima década
10. Eu não pensava no depois
11. Eu adorava ler Zero Hora
12. Eu comia um pacotinho de Skitles todo sábado
13. Eu almoçava com meu pai todo sábado
14. Eu não usava salto alto
15. Eu jogava paciência no computador
16. Eu ouvia Paralamos do Sucesso
17. Eu via novela das seis, das sete e das oito
18. Eu não conhecia nada acima de Santa Catarina
19. Eu adorava comer no MC Donald’s
20. Eu estudava inglês
21. Eu tinha uma cadelinha
22. Eu juntei R$ 47 reais da minha mesada para comprar meu vestido de formatura


Há 5 anos atrás...
1. Eu trabalhava no jornal
2. Eu me divertia trabalhando
3. Eu trabalhava nos finais de semana e feriados
4. Eu ganhava pouco
5. Eu ganhava hora extra
6. Eu tinha medo do seu Otávio
7. Eu tinha muitas amigas
8. Eu queria casar
9. Eu queria ter minha casa
10. Eu não suportava mais minha casa
11. Eu ia no cinema duas vezes por semana
12. Eu entrevistava gente legal
13. Eu entrevistava gente chata
14. Eu tinha tempo para fazer minhas coisas
15. Eu aproveitava mal o meu tempo
16. Eu lia O Sul e a Zero Hora
17. Eu ouvia de tudo
18. Eu tinha celular de cartão
19. Eu usava a Internet
20. Eu descobri o Orkut
21. Eu estudava francês
22. Eu queria conhecer o mundo


Hoje...
1. Eu trabalho muito
2. Eu não ganho hora extra
3. Eu quero ganhar mais
4. Eu fico irritada no meu trabalho
5. Eu tenho celular touch screen
6. Eu não vivo sem internet
7. Eu tenho blog, Orkut, Twitter, Facebook e LinkedIn e a maior preguiça de atualizá-los
8. Eu só vejo novela das oito (e adoro)
9. Eu faço terapia
10. Eu escuto o que eu gosto no meu Ipod
11. Eu adoro os filmes do Harry Potter, Crepúsculo etc
12. Eu odeio frio
13. Eu quero sair de Porto Alegre
14. Eu estudo para ser diplomata
15. Eu não tenho tempo
16. Eu adoro ler blogs
17. Eu quero morar em Vancouver (se não der, Paris já serve)
18. Eu tenho um marido (moço muito legal, ele!)
19. Eu tenho uma gatinha
20. Eu tenho uma casa, que as vezes não parece minha casa
21. Eu tenho pais separados
22. Eu conheço o Michael Dell, o Lula e o Gianechini pessoalmente
23. Eu não sei onde vou estar daqui 10 anos
Michelle Wendling
Quem eu sou, afinal? Alguém nascida de dois, divida por dois Alguém cujo maior pecado é ser quem é Alguém que trilha um caminho pararelo para encontrar sua própria história Alguém que foge de si mesma para saber da onde veio Alguém que olha pra trás e vê muito pouco de si; que olha para frente e vê menos ainda Dói, mas esta sou eu, com os 50% que restam. Os outros 50 que se danem! Mesmo assim, tenho certeza da felicidade. De tudo isso, uma única certeza: caminho para frente. Sempre. **** Meu horóscopo de hoje. Adorei! Este trânsito possibilita que o indivíduo faça o que sempre teve vontade. Como o seu estilo de vida não lhe interessa mais, você está em busca de reforma interna e externa. Tudo o que o está incomodando poderá ser mudado. Nada de ficar escondendo a irritação por ter de fazer as mesmas coisas da mesma maneira. A partir de agora, nada será como antes. Você conseguirá realizar esta transformação, afinal, o que prevalece é o que você quer! Mudar pode ser arriscado, mas, para alguém que tem energia de sobra para essa tarefa, nada é impossível - só um pouco trabalhoso. As pessoas é que podem não gostar dessa sua necessidade de mudança, mas quem o conhece já sabe: você não dá a mínima para opiniões que sejam diferentes das suas.
Michelle Wendling
Esses tempos li numa dessas colunas sobre astrologia (heheheh, adoro!) que o ano de 2009 era o encerramento de um ciclo de sete anos. Por isso, seria um ano bastante agitado para a maioria das pessoas, com mudanças profundas. Parando para pensar nos meus últimos sete anos, realmente este ano parace finalizar uma era. De lá para cá, tive a sorte de ter muitas realizações pessoais e profissionais durante um longo tempo. Mas, como tudo o que é bom, um dia acaba. Chegou aquele momento em que parece que tudo parou, que a vida ficou estagnada, monótona. Tenho facilidade de me entediar com as coisas, então este processo se tornou ainda mais penoso. Sou movida a novidades, a planos e sonhos mirabolantes, e 2008 foi um ano muito chato. Acho que o foi o primeiro ano que terminou com essa estranha sensação de que nem deveria ter começado. Por outro lado, essa monotonia toda me fez parar para pensar no que eu era de verdade, sobre o que eu queria da vida e o que me preenchia. Percebi que as coisas estava todas erradas, ou quase todas, que eu jamais seria aquilo que eu me esforçava para ser, e que na tentativa de agradar gregos e troianos eu não agradava ninguém, muito menos a mim. Parecia que eu estava presa numa vida que não me bastava. Então, era preciso mudar. Neste processo de descobertas e mudança, embolou o meio de campo. Fica difícil a gente indentificar o que é preciso mudar quando aparentemente tudo está fora do lugar. Mas, de tanto pensar sobre tudo, absolutamente tudo, parece que o cérebro cansou e deu um tempo. No meio do silêncio surgem algumas respostas e um pouco de paz. Talvez ali eu tenha realmente me descoberto. Enfim, quando 2009 começou, achei que seria um ano tão chato quanto o anterior. Essa falta de motivação me martirizou por meses, e a sensação de que nada fazia sentido foi o pior sentimento que poderia ter. Mas enfim, aos poucos, as coisas se ajeitam, né!? Mudei absolutamente tudo sem mudar absolutamente nada, hahahahah! Isto tudo está sendo uma libertação!! No fundo, para mudar a vida, não é necessariamente preciso mudar as coisas de lugar. Basta enxergar o mundo de outra forma para que ele responda de forma diferente também. Minha terapeuta sempre diz que a teoria da ação e reação é certeira. E é mesmo... Pequenas mudanças estão gerando grandes transformações, não apenas em mim, mas em todos a minha volta. Viver é incrível, não? Que se inicie o próximo ciclo dos sete anos então!!!!
Michelle Wendling
Tem coisas que surgem à nossa frente como se fossem feitas sob medida pra gente, mas são mero acaso... Isso me impressiona muito, e hoje foi o que aconteceu. Entrei no blog de um ex-colega de pós que é artista plástico, para dar uma olha num trabalho bem bacana que ele fez, e lá tinha um texto de um conhecido dele falando de como a gente está sempre se despedindo de alguma coisa, de coisas ou pessoas que talvez nunca mais vamos ver. Isso sempre vem à minha cabeça, pois sofro com estes pequenos "adeus" que a vida nos impõe. Pois bem, logo abaixo deste post tinha um outro, no qual o colega falava de como estava sendo a vida em Vancouver. Nooooossa, eu amo esta cidade! Tenho quase uma relação nostálgica com ela, lembro de cada detalhe dos quase 30 dias que passei naquela terra geloada e nem cogito a hipótese de nunca mais voltar lá. Aliás, este foi um compromisso que assumi ao ir embora: voltar, um dia. Essa saudade do que passou, e do que nem faz tanto tempo assim, as vezes me corrói. Vivo como se já tivesse 80 anos, como se tudo fosse um passado meramente de lembranças, tão distante... Mas me reconforta perceber que a vida é isso, pra todo mundo, e que há uma vida inteira para desfrutar. Como diz minha terapeuta, "a vida é movimento". O fardo de viver o desapego é grande demais para uma taurina típica, mas estou aprendendo! :-) Abaixo, o texto que me inspirou: **** Até breve. Existem pessoas que você nunca mais vai ver. Existem lugares em que você nunca mais vai estar. Por mais que volte a ver ou estar, jamais será da mesma maneira. E é inevitável: o tempo sempre vai se encarregar de transformar a saudade em mera lembrança. Mas quando você deixa um pouco de si, vivendo intensamente o agora, inconscientemente vai levá-lo consigo. É como se cada lugar ou pessoa que fez diferença em sua vida, deixasse um registro, uma fotografia de seu brilho natural - nem sempre visível, mas sempre presente. Basta que você consiga percebê-lo, e com o tempo, terá um álbum de estrelas. Allan Castro
Michelle Wendling
As vezes, a gente muda. Não sabe explicar exatamente por que ou como, mas as nossas vontades, interesses e planos resolvem mudar de rumo e seguir por outras estradinha.
Tenho sentido muito esta reviravolta interna que está tomando conta de quase tudo na minha vida... algumas são sofridas, confesso, outras eu sei que precisam acontecer mas não tenho autonomia para efetivá-las. Mas uma delas foi talvez a maior descoberta dos últimos tempos.
Apesar de todo o sacrifício e dedicação que preciso empenhar nisso, faço com um prazer enorme. Penso apenas no fim para tornar os meios um caminho agradável. Sorte que encontrei pessoas que compartilham deste sonho e estão comigo em um momento onde não sei ao certo qual é o meu lugar real neste mundo de tantas opções.
Michelle Wendling
Putz, acabei de ler o último post da Carlinha e lembrei que preciso escrever sobre o assunto também. Na verdade, eu vi o filme Divã - baseado no texto da Martha Medeiros - este domingo, e saí da sala com a idéia de escrever sobre o assunto.
Como uma baita mulherzinha que sou, demorei uma meia hora para estancar as lágrimas depois da sessão. O filme é simples, óbvio e recheado de atores globais que estão todos os dias na tela, mas a mensagem é direta, cortante... para todos nós. Mostra que não existe muito certo e errado no que se sente e que a vida não é um roteiro pronto. Um dia é uma coisa, e no outro, outra. Simples assim, sem muita lógica ou explicação. Quase cruel...
Por outro lado, instiga a reflexão sobre o "pensar na própria vida". Eu, de tanto pensar na minha e perceber que não posso controlar tudo o que sinto, já fiquei doidinha. E, sim, estou fazendo a tal terapia.
Cheguei na primeira sessão há pouco mais de seis meses com a sensação de não teria coragem de falar sobre meus sentimentos à psicóloga, assim como a personagem da Lilia Cabral. Puro engano, deixei a mulher quase louca em menos de 1 hora. E, ao contrário do que a maioria pensa, a terapeuta não dá conselhos, não diz que você está certa ou errada e, pior, ela não diz que os outros estão errados ao lidar com você. Nem mesmo coloca a culpa da sua dor na infãncia reprimida ou na mãe. Quem diz isso tudo é você.
Algumas das passagens do filme mostram bem essa relação entre paciente e psicólogo. A mulher entra na sala e, ela mesma, faz a perguntas e as responde. O terapeuta aparece apenas de costas, sem rosto, sem história, sem sentimentos. Ele não se envolve. É apenas uma ferramenta que te obriga a percorrer o próprio caminho. Confesso que, meio ano depois de começar a frequentar a terapia, pouco do que eu conclui pode ser entendido como uma grande novidade para mim. Estava tudo lá, mas estava tudo embolado, fora de lugar, sem sentido. Basicamente, comecei a organizar as emoções e perceber que o meu maior medo vinha de mim mesma, não dos outros. Você aprende a assumir certos pensamentos, mesmo os que não são os mais nobres, e a não temê-los. Aprende só a lidar com eles. Parece pouco, mas faz toda a diferença.
É uma espécie de "hora da verdade" com você mesmo. Talvez um dos raros momentos em que você olha nos olhos de alguém e fala exatamente o que quer falar, o que pensa, o que sente... com a certeza de que ninguém se magoou, se ofendeu ou reagiu de forma negativa. É simplesmente um alívio para quem vive num mundo de papéis incorporados que nos engessam em nossa própria realidade.
Michelle Wendling
Definitivamente, assim não dá! O blog está largado às moscas, eu tô largada às moscas!!! Nã-nã-ni-nã-não!!!! Gentemmmmmmmm, pelamordedeus, o ponteiro da balança não para de subir!!!!!!!!!!! Tenho sérios problemas com o inverno (ou seria com a geladeira?), mas a questão é que eu desatei a comer nos últimos meses e deletei completamente a "necessidade" do corpitcho em se movimentar de vez em quando... Afff..... Ando muito ansiosa (jura????? nem reparei!), querendo que tudo se resolva num piscar de olhos, e o problema é justamente saber que nada vai mudar de um dia para o outro.... Há um longoooooo, longoooooooooooooooo, talvez ainda mais longooooooooooooooooooooooooooooo caminho a ser percorrido e isso me deixa agoniada... Affff 2..... Mas enfim, decidi dar um break no suspiro e tentar focar em outras coisas que podem me trazer a sensação de "ok, isso eu já resolvi" em um prazo mais curto de satisfação, hehehe. Então, declaro publicamente que preciso perder uns quilinhos! ("Uns" é que pra não ficar chato...). Bom, desde a semana passada voltei a ser uma frequentadora matutina da academia, mas agora vou fazer as pazes com o prato também. Ahhh, e vou correr naquela maratona da Adidas, em Junho! :-) É a Michelle no projeto Verão 2010!
Michelle Wendling
"27º outuno....e em breve mais uma primavera! Fazer aniversário é assim mesmo....perdemos um pouco de nós, do nosso tempo...que vai passando...e ganhamos novos ramos, folhas..e a beleza das flores..."
Um grande amigo me disse isso hoje. É bem isso.
Minha crise dos 30 chegaram antes e sei que um grande ciclo da minha vida se encerrou aos 26. É difícil perceber que o mundo ensolarado em que eu vivi todos estes anos morreu dentro de mim.
As folhas secaram e caíram, ficaram monocromáticas.
Enfim, a vida adulta bateu à porta e eu deixei ela entrar.
Mas estou feliz!!! E pronta para curtir as delícias das próximas estações...
Michelle Wendling
Sempre fui do Verão. Para mim, os dias frios e chuvosos do inverno eram uma tortura sem fim. Já os primeiros indícios de que a primavera se aproximava eram suficientes para que a pessoinha aqui ficasse bem humorada e alegre. Pois é, o improvável aconteceu. Comecei a gostar do inverno. E não é porque o nosso verão é quente e úmido, pois passo grande parte do tempo no ar-condicionado, mas é porque passei a enxergar o frio de outra forma, bem mais agradável. Resumindo, as duas estações extremas têm seus prós e contras. Mas eu só via os prós do verão e os contras do inverno há algum tempo atrás. Mas acho que depois de conhecer o Canadá no inverno, mudei um pouco a minha visão. Sim, esquiar na neve, patinar no gelo e tomar café do Starbucks na estação do trem têm seu charme!!! Pena que nada disso acontece em Porto Alegre... Mas, de qualquer forma, comecei a apreciar os primeiros ares gelados no início de maio, as tardes de domingo embaixo do edredom, regadas a chocolate quente e dvds de Lost. Eeeeeeeeeita, coisa bem boa!!!!!
Michelle Wendling

Cansei de ser boazinha... Definitivamente, a questão não é o dinheiro. Mas que o título deste livro é uma sentença verdadeira, é! Mas tudo bem, um dia eu vou aprender. Se eu enriquecer, já sabem! É porque terei aprendido a lição...

****

Perplexa... É a palavra que melhor define minha reação a ver que tem pessoas que SÓ apostam na mentira para resolver as coisas. Colocam lágrimas em olhos secos com a cara de pau de quem realmente vive a sua própria mentira... Minha satisfação é saber, que no fundinho, todos sabem, inclusive ela...

HAHAHAHAHA (risadinha maligna)

****

'Cause you can't come back Once you're lying in the broken glass And I hope, you get to hear me say Who gets the last laugh now? (Lies!) Living in a fantasy (Lies!) Don't even know reality (Lies!) When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!) Don't even wanna know the truth (Lies!) The devil has his eye on you, girl When you start talking, I start walking (Lies! Lies! Lies!)

Michelle Wendling
"Deixamos pra depois uma conversa amiga
Que fosse para o bem, que fosse uma saí­da
Deixamos pra depois a troca de carinho
Deixamos que a rotina fosse nosso caminho
Deixamos pra depois a busca de abrigo
Deixamos de nos ver fazendo algum sentido
Amanhã ou depois, tanto faz se depois
For nunca mais... nunca mais..."
*******
SE... Se... se...
Tudo sempre poderia ser diferente SE...
Tudo pode ser diferente SE VOCÊ quiser que seja.
Amiga querida, vai lá e faz... A vida possibilita inúmeros caminhos. Mas o melhor deles é o que a gente constrói... não o que apenas nos resta.
*******
"... Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo. Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a idéia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.
Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante. E na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer o meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços."
Martha Medeiros
Michelle Wendling
Viver é escolher a cada dia em que brinquedo radical vamos andar. Adorooooooo!!!!
Diálogo com amiga que terminou um noivado há 20 dias do casamento: Eu: “Guria, a tua vida é uma montanha russa. Quando eu acho que terminou de vez, aparece de casamento marcado. Quando acho que vai casar, anuncia que mudou de idéia!”. Ela: “Pois é. Minha vida é uma montanha-russa. E eu estou muito feliz.”
Conclusão: lutar pelo que se acredita até o último minuto, mas sem perder a coragem para admitir quando o fim chegou... A vista do topo da montanha-russa é linda!!!!
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