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Michelle Wendling
Well, depois de quase três meses, estou de volta por aqui... Tem me faltando inspiração para escrever ultimamente...

Tenho vivido quase que no piloto automático, sem assunto, sem novidade... Desde que 2009 terminou, fiquei na expectativa de que o novo ano seria bem diferente. Esperei, esperei, esperei... nada aconteceu até agora. E como o tempo passa rápido, mesmo quando ficamos apenas esperando ele passar. Tenho a sensação de que rapidinho eu vou perceber que já passei da mateda da vida, sabe?! As vezes lembro quando eu era criança (ontem!) e minha mãe tinha apenas vinte e poucos anos. Hoje ela tem cinquenta. Então, amanhã eu vou abrir os olhos e vou ter cinquenta???
MEDO!

Cheguei numa fase em que tenho que fazer escolhas pra tudo. Isso implica abrir mão de coisas que eu queria, mas que por uma razão ou outra eu vou precisar deixar pra trás ou fazer de uma maneira diferente do planejado. E eu não sei conviver com mudança de planos, definitivamente...

Já dizia o ditado: se ficar, o bicho pega, se correr, o bicho come. Ó ceus!!!
Michelle Wendling


Bom, agora, de layout novo, vou começar a atualizar os assuntos....

Pois bem, como a maioria sabe, no dia 15/01 me pai se formou em Ciências Contábeis na PUC. Além da alegria pela grande conquista dele, foi um momento muito importante e intenso. Ficou evidente para mim que a minha família seria diferente dali em diante.

Sempre fui o peixe fora d'água no meu círculo familiar, sempre fui reservada, sempre fui pouco dramática, sempre fui normal de mais. Fiz primeira comunhão e crisma, nunca fiquei em recuperação no colégio, casei com o primeiro namorado, comecei a trabalhar cedo, nunca cheguei bêbada de uma festa... Totalmente sem graça! Passei despercebida entre tanta gente complicada, traumatiza e sem rumo, e por várias vezes me orgulhei disso tudo, até o dia em que a gente começa a refletir por que é assim, por que é assado, e blá blá blá...

Sei lá, é como se eu descobrisse que posso deixar transparecer as minhas imperfeições, que eu posso ser mimada algumas vezes - afinal sou filha única mesmo e sempre fui tachada como tal -, que eu posso ser mal humorada, que eu posso ser inconsequente... Tudo isso dentro dos meus próprios parâmetros, condizendo com meus valores, que não mudaram agora e nem vão mudar.

Continuo achando que sou muito diferente da minha família, mas bem ou mal eu faço parte dela. Não tenho mais uma casa a qual eu possa dizer que é a casa da minha família, mas tenho pessoas que fazem, de alguma forma, parte do que eu sou, do bom e do ruim que eu carrego, e todos juntos fazem parte de um lar que eu vou precisar construir dentro de mim.

E isso tudo me fez ter ainda mais orgulho do meu pai. Sei o quanto ele também se sentiu fora de contexto muitas vezes, sei que poucos acreditaram que ele era capaz... Mas aos poucos ele conquista tudo o que  quer...

É assim que eu quero ser quando crescer! :-)

Michelle Wendling
Esses tempos li numa dessas colunas sobre astrologia (heheheh, adoro!) que o ano de 2009 era o encerramento de um ciclo de sete anos. Por isso, seria um ano bastante agitado para a maioria das pessoas, com mudanças profundas. Parando para pensar nos meus últimos sete anos, realmente este ano parace finalizar uma era. De lá para cá, tive a sorte de ter muitas realizações pessoais e profissionais durante um longo tempo. Mas, como tudo o que é bom, um dia acaba. Chegou aquele momento em que parece que tudo parou, que a vida ficou estagnada, monótona. Tenho facilidade de me entediar com as coisas, então este processo se tornou ainda mais penoso. Sou movida a novidades, a planos e sonhos mirabolantes, e 2008 foi um ano muito chato. Acho que o foi o primeiro ano que terminou com essa estranha sensação de que nem deveria ter começado. Por outro lado, essa monotonia toda me fez parar para pensar no que eu era de verdade, sobre o que eu queria da vida e o que me preenchia. Percebi que as coisas estava todas erradas, ou quase todas, que eu jamais seria aquilo que eu me esforçava para ser, e que na tentativa de agradar gregos e troianos eu não agradava ninguém, muito menos a mim. Parecia que eu estava presa numa vida que não me bastava. Então, era preciso mudar. Neste processo de descobertas e mudança, embolou o meio de campo. Fica difícil a gente indentificar o que é preciso mudar quando aparentemente tudo está fora do lugar. Mas, de tanto pensar sobre tudo, absolutamente tudo, parece que o cérebro cansou e deu um tempo. No meio do silêncio surgem algumas respostas e um pouco de paz. Talvez ali eu tenha realmente me descoberto. Enfim, quando 2009 começou, achei que seria um ano tão chato quanto o anterior. Essa falta de motivação me martirizou por meses, e a sensação de que nada fazia sentido foi o pior sentimento que poderia ter. Mas enfim, aos poucos, as coisas se ajeitam, né!? Mudei absolutamente tudo sem mudar absolutamente nada, hahahahah! Isto tudo está sendo uma libertação!! No fundo, para mudar a vida, não é necessariamente preciso mudar as coisas de lugar. Basta enxergar o mundo de outra forma para que ele responda de forma diferente também. Minha terapeuta sempre diz que a teoria da ação e reação é certeira. E é mesmo... Pequenas mudanças estão gerando grandes transformações, não apenas em mim, mas em todos a minha volta. Viver é incrível, não? Que se inicie o próximo ciclo dos sete anos então!!!!
Michelle Wendling
Tem coisas que surgem à nossa frente como se fossem feitas sob medida pra gente, mas são mero acaso... Isso me impressiona muito, e hoje foi o que aconteceu. Entrei no blog de um ex-colega de pós que é artista plástico, para dar uma olha num trabalho bem bacana que ele fez, e lá tinha um texto de um conhecido dele falando de como a gente está sempre se despedindo de alguma coisa, de coisas ou pessoas que talvez nunca mais vamos ver. Isso sempre vem à minha cabeça, pois sofro com estes pequenos "adeus" que a vida nos impõe. Pois bem, logo abaixo deste post tinha um outro, no qual o colega falava de como estava sendo a vida em Vancouver. Nooooossa, eu amo esta cidade! Tenho quase uma relação nostálgica com ela, lembro de cada detalhe dos quase 30 dias que passei naquela terra geloada e nem cogito a hipótese de nunca mais voltar lá. Aliás, este foi um compromisso que assumi ao ir embora: voltar, um dia. Essa saudade do que passou, e do que nem faz tanto tempo assim, as vezes me corrói. Vivo como se já tivesse 80 anos, como se tudo fosse um passado meramente de lembranças, tão distante... Mas me reconforta perceber que a vida é isso, pra todo mundo, e que há uma vida inteira para desfrutar. Como diz minha terapeuta, "a vida é movimento". O fardo de viver o desapego é grande demais para uma taurina típica, mas estou aprendendo! :-) Abaixo, o texto que me inspirou: **** Até breve. Existem pessoas que você nunca mais vai ver. Existem lugares em que você nunca mais vai estar. Por mais que volte a ver ou estar, jamais será da mesma maneira. E é inevitável: o tempo sempre vai se encarregar de transformar a saudade em mera lembrança. Mas quando você deixa um pouco de si, vivendo intensamente o agora, inconscientemente vai levá-lo consigo. É como se cada lugar ou pessoa que fez diferença em sua vida, deixasse um registro, uma fotografia de seu brilho natural - nem sempre visível, mas sempre presente. Basta que você consiga percebê-lo, e com o tempo, terá um álbum de estrelas. Allan Castro
Michelle Wendling
"Não te irrites, por mais que te fizerem... Estuda, a frio, o coração alheio. Farás, assim, do mal que eles te querem, Teu mais amável e sutil recreio..." Mario Quintana
Michelle Wendling
Putz, acabei de ler o último post da Carlinha e lembrei que preciso escrever sobre o assunto também. Na verdade, eu vi o filme Divã - baseado no texto da Martha Medeiros - este domingo, e saí da sala com a idéia de escrever sobre o assunto.
Como uma baita mulherzinha que sou, demorei uma meia hora para estancar as lágrimas depois da sessão. O filme é simples, óbvio e recheado de atores globais que estão todos os dias na tela, mas a mensagem é direta, cortante... para todos nós. Mostra que não existe muito certo e errado no que se sente e que a vida não é um roteiro pronto. Um dia é uma coisa, e no outro, outra. Simples assim, sem muita lógica ou explicação. Quase cruel...
Por outro lado, instiga a reflexão sobre o "pensar na própria vida". Eu, de tanto pensar na minha e perceber que não posso controlar tudo o que sinto, já fiquei doidinha. E, sim, estou fazendo a tal terapia.
Cheguei na primeira sessão há pouco mais de seis meses com a sensação de não teria coragem de falar sobre meus sentimentos à psicóloga, assim como a personagem da Lilia Cabral. Puro engano, deixei a mulher quase louca em menos de 1 hora. E, ao contrário do que a maioria pensa, a terapeuta não dá conselhos, não diz que você está certa ou errada e, pior, ela não diz que os outros estão errados ao lidar com você. Nem mesmo coloca a culpa da sua dor na infãncia reprimida ou na mãe. Quem diz isso tudo é você.
Algumas das passagens do filme mostram bem essa relação entre paciente e psicólogo. A mulher entra na sala e, ela mesma, faz a perguntas e as responde. O terapeuta aparece apenas de costas, sem rosto, sem história, sem sentimentos. Ele não se envolve. É apenas uma ferramenta que te obriga a percorrer o próprio caminho. Confesso que, meio ano depois de começar a frequentar a terapia, pouco do que eu conclui pode ser entendido como uma grande novidade para mim. Estava tudo lá, mas estava tudo embolado, fora de lugar, sem sentido. Basicamente, comecei a organizar as emoções e perceber que o meu maior medo vinha de mim mesma, não dos outros. Você aprende a assumir certos pensamentos, mesmo os que não são os mais nobres, e a não temê-los. Aprende só a lidar com eles. Parece pouco, mas faz toda a diferença.
É uma espécie de "hora da verdade" com você mesmo. Talvez um dos raros momentos em que você olha nos olhos de alguém e fala exatamente o que quer falar, o que pensa, o que sente... com a certeza de que ninguém se magoou, se ofendeu ou reagiu de forma negativa. É simplesmente um alívio para quem vive num mundo de papéis incorporados que nos engessam em nossa própria realidade.
Michelle Wendling
"27º outuno....e em breve mais uma primavera! Fazer aniversário é assim mesmo....perdemos um pouco de nós, do nosso tempo...que vai passando...e ganhamos novos ramos, folhas..e a beleza das flores..."
Um grande amigo me disse isso hoje. É bem isso.
Minha crise dos 30 chegaram antes e sei que um grande ciclo da minha vida se encerrou aos 26. É difícil perceber que o mundo ensolarado em que eu vivi todos estes anos morreu dentro de mim.
As folhas secaram e caíram, ficaram monocromáticas.
Enfim, a vida adulta bateu à porta e eu deixei ela entrar.
Mas estou feliz!!! E pronta para curtir as delícias das próximas estações...
Michelle Wendling
Era uma vez uma menina que acreditava em seus sonhos. Não chegavam a ser sonhos irreais, daqueles que só ganhando na Mega Sena, mas eram sonhos. E ela ficava pensando em como tudo seria quando os tivesse conquistado. Pouco a pouco, ela realizou seus sonhos.... Sim, foi muito bom conseguir realizá-los!
Um certo dia, a mocinha acordou angustiada... Outro dia, e a mesma sensação... E outro, e outro....
Não querendo mais olhar o mundo lá fora, ela olhou para dentro... e viu o vazio. Um profundo e imenso nada, cheio de coisa alguma e perspectivas nulas. Revirou tudo até encontrar, no meio da bagunça invisível, um fiozinho de vontade. Era o suficiente para costurar um sonho gigante, enorme, daqueles que parecem impossíveis. Talvez nem ela acredite que possa alcançá-lo. Mas não importa. Nada mais importa... Agora tudo voltou a fazer sentido para ela.
Michelle Wendling
Nossa, li agora um texto no blog Corporativismo Feminino que colocou para fora tudo o que penso sobre um assunto: mães. De fato, toda e qualquer mãe se gaba dos enjôos da gravidez, das dores do parto, e blá blá blá... como forma de se colocarem como seres superiores e inquestionáveis. E todo mundo finge que ser mãe é sempre a melhor coisa do mundo, que o amor entre mãe e filhos é incondicional e... blá blá blá, mais uma vez. Eu, com a minha experiência, sei que mães erram, magoam, e podem ser cruéis se quiserem. Claro que há concessões, bons momentos, doses de orgulho e paciência, mas cada pessoa é um ser único, com suas próprias formas de amar, incomparáveis a de qualquer outro ser. Para mim, é isso. Eu sei exatamente quem eu amo ou não amo. Sei o que posso oferecer a cada um, e o quão intenso é cada sentimento. Se é mais sublime, incondicional ou superior à “média da sociedade de mitos”, pouco importa. Por isso, sou incapaz de dizer “eu sou a pessoa que mais te ama no mundo”. Não, eu não posso dizer isso, simplesmente porque eu não sei o que os outros sentem. Sei apenas o que EU sinto... que eu amo muito... e ponto.

Se mãe e pai fosse santos, não tinha notícia de criança sendo jogada pela janela nos jornais.

Michelle Wendling
Que eu não apenas passe pelo novo ano, mas o viva os 365 dias que ele oferece Que no fim, eu o tenha vivido com todas as dores e delícias que a vida traz E que na próxima virada, eu tenha orgulho e alegria por tudo que, mais uma vez, passou
Michelle Wendling
Queria acreditar que a delicadeza, o respeito e a boa educação prevalecem, que no fundo é bom relevar certas coisas, ter paciência e ser compreensiva. Queria acreditar que tudo isso vale a pena, que no fim a recompensa sempre vem...
Não, ela não vem, é o que os dias têm me mostrado. A vida de novela, onde o vilão sempre morre ou enlouquece sozinho, só existe na televisão mesmo. As vezes me vem uma vontade de chutar o balde para certas coisas, agir em meu próprio benefício apenas. Danem-se os outros. Mas me falta coragem. Sempre concluo que, um dia, o que está errado virá à tona e se concertará por ordem natural. E que seu eu fizer algo fora da minha própria moral, vou me arrepender. São resquícios dessa cultura católica que faz a gente sentir culpa de tudo, de achar que temos que ser bons e generosos com os outros em qualquer circunstância.
A questão é que o mundo é um caos. Uns sobrevivem por sorte. Outros, por malandragem. É preciso apostar em um dos dois caminhos. Não é preciso ser bom, ou mal, para realizar ou conquistar certas coisas. basta ser inteligente. Cada um com a sua verdade.
Michelle Wendling
Chegando na Dell hoje, depois de um certo "stress básico" no trânsito, escuto uma música legal. Gosto muito mesmo! É do Nei Lisboa, mas a versão que ouvi era do Caetano. "O quê que eu vou fazer pra te esquecer Sempre que já nem me lembro Lembras pra mim Cada sonho teu me abraça ao acordar Como um anjo lindo Mais leve que o ar Tão doce de olhar Que nem um adeus pode apagar. O quê que eu vou fazer pra te deixar Sempre que eu apresso o passo Passas por mim E um silêncio teu me pede pra voltar Ao te ver seguindoMais leve que o ar Tão doce de olhar Que nem um adeus pode apagar. O quê que eu vou fazer pra te lembrar Como tantos que eu conheço E esqueço de amar Em que espelho teu Sou eu que vou estar A te ver sorrindo Mais leve que o ar Tão doce de olhar Que nem um adeus pode apagar."
Michelle Wendling
"Deixamos pra depois uma conversa amiga
Que fosse para o bem, que fosse uma saí­da
Deixamos pra depois a troca de carinho
Deixamos que a rotina fosse nosso caminho
Deixamos pra depois a busca de abrigo
Deixamos de nos ver fazendo algum sentido
Amanhã ou depois, tanto faz se depois
For nunca mais... nunca mais..."
*******
SE... Se... se...
Tudo sempre poderia ser diferente SE...
Tudo pode ser diferente SE VOCÊ quiser que seja.
Amiga querida, vai lá e faz... A vida possibilita inúmeros caminhos. Mas o melhor deles é o que a gente constrói... não o que apenas nos resta.
*******
"... Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo. Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a idéia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.
Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Me permitir ser um pouco insignificante. E na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Me escutar e obedecer o meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços."
Martha Medeiros
Michelle Wendling
Dizem que o melhor lugar do mundo é sempre a casa da gente... Será? Acho que o melhor lugar do um mundo é estar onde queremos estar... não necessariamente a nossa casa. Para uma pessoinha como eu, que adora viajar, sair, passear (e demais verbos de ação), a casa é onde eu sempre espero encontrar paz. Por isso, ando com uma vontade louca de arrumar as coisas, investir no meu cantinho e finalizar o que ainda não foi terminado... Ando tão empolgada em ajeitar tudo do jeito que eu quero, escolher cada objeto, colocar no lugar e curtir... Quero que dentro da minha casa tudo seja do modo que eu idealizei, pois fora dela, tenho que saber lidar com coisas que gostariam que fossem diferentes. Et Voilá!
Michelle Wendling
"Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!"
Mario Quintana
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Mistura de ansiedade e excitação. Faltavam pouquinhas horas para o momento mais esperado do dia, programado desde o início da semana. Saio correndo do trabalho, mas o trânsito não ajuda.... Mas quem se importa, é horário de Verão. É dia... Enfim, estamos na Feira do Livro!!! Oba! Coisa boa fazer um programa light e cultural no fim do dia. Incrível como um passeio sem compromisso, sem horário, sem roteiro pode trazer um pouquinho de paz. Isso, pra mim, é felicidade. É aquele momento simples e íntimo que a gente idealiza estar do lado de alguém especial, que faz a gente se desligar do “caos urbano” por uns minutinhos... Até o prato light de salada tem outro sabor... torna-se um banquete! Adorei! Livros? Ah, sim... Obs.: O Poeminha do Contra aí de cima é para mandar para a puta que pariu aqueles pensamentos tolos que teimam em se fazer presente... Xôoooooooo!
Michelle Wendling
Tatuagem do colega do Pós: "Cabem muitas coisas em uma vida..." Ainda bem!