Michelle Wendling
Janeiro, fevereiro e março
Você começa o ano tentando entender o significado do amor em sua vida. Esse processo já teve início em 2008 e continua por alguns meses. Além do amor, janeiro será um mês para testar seus conhecimentos superiores e sua religiosidade. Durante todo ano, você pode esperar por sucesso e projeção social e profissional. Neste ano, ficará conhecido por sua capacidade profissional - fevereiro será um mês decisivo para isso. Prepare-se. Em março, pode esperar por novas e importantes amizades que irão colaborar muito para sua ascensão profissional.
Abril, maio e junho
O mês anterior ao seu aniversário é sempre de queda de energia e alguns obstáculos que devem ser ultrapassados com tranqüilidade, sem desgaste. Em maio, procure estabelecer metas bem claras e manter o foco de sua energia, para não perdê-la. Sua energia continua baixa, apesar de seu aniversário já ter passado. Portanto, poupe-se o máximo que puder. Em junho, você retoma suas energias e prepare-se: o amor está ao seu lado durante todo mês. Se estiver só, certamente encontrará seu amor.
Julho, agosto e setembro
Julho será um ótimo mês para fazer algum curso de especialização que possibilitará maior crescimento profissional. Boa fase também para estar ao lado de amigos e irmãos. Cuide de sua mania de fantasiar as relações, mantenha os pés no chão. Em agosto, você, como bom taurino, vai preferir repor suas energias dentro de casa, com pessoas próximas e queridas. O amor volta a tomar conta de suas preocupações, mas ainda estará em alta durante todo mês de setembro. Faça algumas mudanças em seu ambiente doméstico.
Outubro, novembro e dezembro
O amor será reavaliado e vivido com maior profundidade durante o mês de outubro. Você estará mais prático, e algumas questões serão solucionadas definitivamente, pois a partir de novembro o foco da sua atenção passa a ser o trabalho e a saúde. Uma nova fase tem início, e você sentirá necessidade de maior organização nesses dois setores de sua vida. Em dezembro, você começa a perceber que a vida emocional mais profunda precisa de descanso. Um retiro ou a prática de meditação podem ajudar muito.
Fonte: Terra
Será???
Michelle Wendling
Queria acreditar que a delicadeza, o respeito e a boa educação prevalecem, que no fundo é bom relevar certas coisas, ter paciência e ser compreensiva. Queria acreditar que tudo isso vale a pena, que no fim a recompensa sempre vem...
Não, ela não vem, é o que os dias têm me mostrado. A vida de novela, onde o vilão sempre morre ou enlouquece sozinho, só existe na televisão mesmo. As vezes me vem uma vontade de chutar o balde para certas coisas, agir em meu próprio benefício apenas. Danem-se os outros. Mas me falta coragem. Sempre concluo que, um dia, o que está errado virá à tona e se concertará por ordem natural. E que seu eu fizer algo fora da minha própria moral, vou me arrepender. São resquícios dessa cultura católica que faz a gente sentir culpa de tudo, de achar que temos que ser bons e generosos com os outros em qualquer circunstância.
A questão é que o mundo é um caos. Uns sobrevivem por sorte. Outros, por malandragem. É preciso apostar em um dos dois caminhos. Não é preciso ser bom, ou mal, para realizar ou conquistar certas coisas. basta ser inteligente. Cada um com a sua verdade.
Michelle Wendling
Dormi mal para caramba esta noite, com caraminholas na cabeça. E quando o sol raiou, estava querendo fazer as pazes com o travesseiro. Matei a academia e levantei depois das 8, atrasada, mal humorada e com cara de derrotada o suficiente para ter certeza de que o dia ainda promete! Para ter uma idéia, meu humor hoje chegou facilmente a picos de 8 pontos na escala Richter (considerando que 9 pontos podem causar um Tsunami...). Affffffffff...
Indo para Eldorado city, um pentelho de sinaleira resolve “limpar” meu vidro. Posso afirmar veementemente que ele ESTAVA limpo antes da figurinha aparecer. Com essa carinha de “moça legal” que eu tenho, é lógico que o piá não deu nem bola para a minha tentativa de dizer “Não, Obrigada”, e lá foi ele com aquele pano encardido há mais de década lambuzar meu pára-brisa. “Ok”, pensei. “Sou altruísta o suficiente para não dar importância o fato. Fica aí perdendo o teu tempo por que não vai rolar moedinha não, guri”. Foi o que fiz, convicta que sou! Liguei o FODA-SE e parti quando a sinaleira abriu, mas antes tive que ligar o limpador de pára-brisa, pois depois da “boa ação” do moleque, meu grau de miopia aumentou vertiginosamente.
Enfim, cheguei ao fantástico mundo de Michael com aquela cara de sono e poucos amigos. Tinha uma encomenda para mim na recepção. Fui buscar. A sorte é que o colega de SP avisou o que tinha dentro da caixa, porque naquela montoeira de papel picado (neurose do japa com medo de quebrar um troféu de cobre maciço), eu parecia criança na piscina de bolinhas catando a Barbie perdida. Mas o que me interessava mesmo não era o tal troféu ganho pelo cliente (mais um para juntar pó na recepção), mas sim o presentinho que a chefinha trouxe da Tailândia!
“Que fofo! Obrigada”, respondi em um email com a educação que a minha mami me deu. Mas não foi suficiente: tive que passar o óleo de peroba na cara e perguntar para que servia a “lembrancinha” (veja foto ao lado). Afinal, um potinho do tamanho de uma moeda de 1 real, com uma meleca verde dentro e com o maior cheirão de Gelol, não devia ser o que estava parecendo. No alto da minha finesse, continuei no email: “O potinho com cheirinho de menta seria um brilho labial?” Já dizia a música Eduardo e Mônica, “ela estudava alemão (leia-se Tailandês, neste caso), e eu ainda nas aulinhas de inglês”. Sim, a pessoa manda um presente pra lá de esquisito, em uma língua que eu nem sabia que existia, e ainda tenho que advinhar para que serve. Mas a resposta não demorou a chegar: “Meninas, antes que vocês façam uso errado, o potinho contém um balm milagroso, segundo os habitantes locais. Ele serve para picadas, alergias, espinhas, ou seja, é o bombril dos cremes.”. Ahhhhhhhhhhhh bom! Agora saquei, não era Gelol, era Minâncora!